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Em 2023 a revista passou a digital. Hoje faz parte do mesmo grupo de publicações do AutoGear, a publicação irmã dedicada aos automóveis. O grupo edita também o M Sports, em motorcyclesports. net, que acompanha o desporto motorizado mundial ao minuto, em várias línguas. O director é Luis Garcia e o director-executivo é Vítor Sousa. A revista A revista Motociclismo continua a sair todos os meses, agora em formato digital e de leitura gratuita. As edições estão em motociclismo. pt/revista-motociclismo. Na televisão O Motociclismo tem um programa semanal de televisão na Sport TV, com o mesmo nome, que sucedeu ao Motorcycle Sports. No YouTube O canal de YouTube, aberto em novembro de 2015, tem mais de 900 vídeos e mais de dois milhões e meio de visualizações: ensaios, apresentações, provas e o Motociclismo TV. Quem faz o Motociclismo A direcção é de Luis Garcia. Vítor Sousa, director-executivo, revê e confirma todos os artigos antes de serem publicados. A redação é de Diogo Mota e Francisco Galrão, e escrevem também, como colaboradores, Fábio Fialho, Vasco Santos, Daniel Jordão e Marta Garcez. O departamento gráfico é de José Rodrigues e o comercial de Nuno Margaça. Os artigos... - Published: 2026-03-30 - Modified: 2026-09-07 - URL: https://motociclismo.pt/termos-e-condicoes/ 1. Conteúdo do site e propriedade intelectual A) Por “conteúdo do site” deve entender-se toda a informação presente neste site, incluindo, entre outros, marcas, desenhos, logótipos, textos, imagens, fotos, ilustrações, materiais de áudio ou de vídeo, web design e software. B) Os direitos de propriedade intelectual de todos os conteúdos do Motociclismo que não sejam de fornecimento externo e como tal devidamente identificados, são pertença da Rose and Lemon Production Ltd, e estão protegidos nos termos gerais de direito e pela legislação nacional e internacional de proteção da propriedade intelectual, dos direitos de autor e direitos conexos, bem como pela lei da criminalidade informática. C) Este site contém ainda textos, ilustrações e fotografias que não podem ser copiados, alterados ou distribuídos salvo com autorização expressa dos seus autores. A Rose and Lemon Production Ltd e/ou seus diretores e funcionários rejeitam qualquer responsabilidade pela usurpação e uso indevido dos elementos acima citados. É expressamente proibida a cópia, alteração, reprodução, exibição, difusão, distribuição, transmissão ou utilização dos conteúdos deste site, por qualquer forma ou para qualquer propósito, sem a prévia autorização expressa da Rose and Lemon Production Ltd ou dos seus autores relativamente ao conteúdo que se encontra licenciado e devidamente identificado. D) A Rose and Lemon Production Ltd reserva-se o direito de proceder judicialmente contra os autores de qualquer cópia, reprodução, difusão, exploração comercial não autorizadas ou qualquer outro uso indevido do conteúdo do site, rejeitando qualquer responsabilidade por qualquer uso indevido do site por terceiros. 2. Segurança Sem prejuízo do compromisso por parte da Rose and... - Published: 2026-03-30 - Modified: 2026-09-07 - URL: https://motociclismo.pt/politica-de-privacidade/ 1. Confidencialidade e registo A Rose and Lemon Production Ltd está empenhada em proteger a privacidade dos utilizadores do seu site e limita-se a recolher informações pessoais que sejam facultadas voluntariamente, sendo apenas utilizadas para os fins a que se destinam. Os dados pessoais recolhidos através da Rose and Lemon Production Ltd são processados automaticamente pela Rose and Lemon Production Ltd e destinam-se à gestão do seu registo, preferências ou de pedidos. Esses elementos estão integrados numa base de dados devidamente regularizada e o seu tratamento é automatizado, organizado e mantido diretamente pela Rose and Lemon Production Ltd de acordo com a Lei 67/98 de 26 de Outubro. A recolha e tratamento de dados pessoais têm como finalidade: Registos pessoais para gestão dos sites, efetivação de serviços e participação nos conteúdos como por exemplo fóruns, comentários, votações e posteriores ações de marketing; Processamento de assinaturas; Recolha de dados para processamento e publicação de anúncios de compra e venda. Os menores de 18 anos deverão obter autorização dos pais ou tutores antes de acederem ou disponibilizarem dados pessoais no site. 2. Rectificação ou cancelamento Nos termos da legislação aplicável assiste ao utilizador o direito de acesso, retificação e oposição perante as condições específicas da recolha dos dados ou tratamento, o qual poderá ser exercido através de carta endereçada ao Motociclismo – Administrador de Sistemas, 71-75 Shelton Street, Covent Garden, London, WC2H 9JQ, ou por email com reconfirmação dirigido a geral@motociclismo. pt Os dados pessoais recolhidos poderão também ser corrigidos pelo próprio utilizador diretamente no... - Published: 2026-03-30 - Modified: 2026-09-10 - URL: https://motociclismo.pt/estatuto-editorial/ 1) O motociclismo. pt é uma publicação diária de actualidade do mundo das motos e do desporto motociclista, editorialmente norteada por critérios de rigor jornalístico, sem qualquer comprometimento ou dependência de ordem ideológica, política e económica. 2) O motociclismo. pt versa os desportos motorizados e o motociclismo, em geral, através de um jornalismo criterioso, de grande exigência e qualidade e pauta a sua cultura editorial por uma informação acurada e abrangente de todos os desportos motorizados, de todas as vertentes comerciais e industriais do motociclismo e dos motociclistas. 3) O motociclismo. pt aposta num jornalismo em permanente comunicação com os leitores, capaz de os atrair e motivar, procurando debater as grandes questões que afectam Motos e Motociclistas, os desportos motorizados e os seus praticantes. 4) O motociclismo. pt responsabiliza-se, junto dos seus leitores, por uma política editorial rigorosa e transparente, sem concessões ao poder político e a interesses particulares. - Published: 2026-03-30 - Modified: 2026-10-09 - URL: https://motociclismo.pt/ficha-tecnica/ Propriedade e Edição: Luis Manuel Rodrigues GarciaRua Alves Gouveia, 17, 1800-021 Lisboa Sede de redação: Rua Alves Gouveia, 17, 1800-021 Lisboa Periodicidade: Diária. Fundação: 1994, como revista mensal em papel. Revista digital e gratuita desde 2023. Programa semanal Motociclismo na Sport TV. Canal de YouTube desde novembro de 2015. Diretor: Luis Garcia Diretor-Executivo: Vitor Sousa (vitor. sousa@motociclismo. pt) Redação:Diogo Mota, Francisco Galrão Colaboradores:Fábio Fialho, Vasco Santos, Daniel Jordão, Marta Garcez Colaboradores da Rose & Lemon Productions, a equipa que produz o Motociclismo, o AutoGear e o M Sports: Afonso Figueira, Helena Assis, João Bettencourt Fernandes, David Varela do Paço, Rafaela Mendes, Martim Campos, Gustavo Figueira, Guilherme Portela, Duarte Chaves, Gustavo Santos. Como se produzem os conteúdos:Os artigos são assinados pelos seus autores ou pela Redação, assinatura colectiva da redação e dos colaboradores, e são revistos e confirmados por Vitor Sousa, diretor-executivo, antes de serem publicados. Os ensaios e os conteúdos em vídeo são trabalho assinado. Departamento Gráfico:José Rodrigues (jose. rodrigues@motociclismo. pt) Dep. Comercial:Nuno Margaça (nuno. margaca@motociclismo. pt) Marca Registada no INPI – 670115 Todos os direitos reservados. Em virtude do disposto no artigo 68º nº2, i) e j), artigo 75º nº2, m) do Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos artigos 10º e 10º Bis da Conv. de Berna, são expressamente proibidas a reprodução, a distribuição, a comunicação pública ou colocação à disposição, da totalidade ou parte dos conteúdos desta publicação, com fins comerciais directos ou indirectos, em qualquer suporte e por quaisquer meio técnico, sem a autorização do proprietário. O... - Published: 2026-03-26 - Modified: 2026-09-03 - URL: https://motociclismo.pt/ Últimas notícias NotíciasSetembro 3, 2026Quatro cilindros em motos de média cilindrada: Uma fórmula que o mercado abandonou agora em crescendo Os quatro cilindros estão a regressar às motos de 400 e 500 cc por uma razão muito diferente Durante anos,... 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O essencialO preço médio da gasolina simples 95 desceu 1,6 cêntimos por litro entre sexta-feira e segunda-feira. O gasóleo simples subiu para um preço médio de 2,175 euros por litro. Os postos devem afixar o desconto em vigor com a menção “Redução ISP+IVA”. A gasolina desceu, mas o gasóleo voltou a subir em Portugal. Os preços médios da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), atualizados a 20 de outubro, mostram movimentos opostos no início da semana. Gasolina simples 95 mais barata A gasolina simples 95 passou de 2,115 para 2,099 euros por litro entre sexta-feira e segunda-feira, segundo a Motociclismo apurou. A descida foi de 1,6 cêntimos por litro, de acordo com os valores da DGEG. No mesmo período, o gasóleo simples passou de 2,144 para 2,175 euros por litro. Os dados da DGEG mostram um aumento de 3,1 cêntimos por litro. Estes valores são médias diárias, calculadas a partir dos preços comunicados pelos postos e ponderadas pelas quantidades vendidas no último período conhecido. Segundo a DGEG, o cálculo inclui os descontos praticados nos abastecimentos, como os cartões de frota. Desconto do ISP até dezembro A Lei n. º 64/2026, publicada em Diário da República, prolonga até ao final do ano o desconto no Imposto sobre Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP).... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/honda-cbr500r-four-2027-estreia-motor-de-quatro-cilindros-e-honda-e-clutch-de-serie/ A Honda CBR500R FOUR é uma nova desportiva de média cilindrada desenvolvida de raiz em torno de um motor tetracilíndrico em linha de alta rotação. Para 2027, a marca aposta numa combinação de arquitetura desportiva, tecnologia de utilização diária e equipamento de inspiração premium, com destaque para o sistema Honda E-Clutch de série, a admissão ram-air de tiragem descendente e uma versão de 35 kW compatível com a carta de condução A2. O novo modelo utiliza um quadro de tubos de aço em forma de diamante, associado a uma forquilha invertida KYB de 41 mm, braço oscilante em alumínio e monoamortecedor traseiro com sistema Pro-Link. Na travagem, conta com pinças radiais Nissin de quatro êmbolos, discos dianteiros de 296 mm e ABS de dois canais. A configuração procura reunir características de uma desportiva tradicional num conjunto pensado para uma nova geração de motociclistas, sem abdicar da funcionalidade no uso quotidiano. A eletrónica inclui três modos de condução predefinidos e duas configurações USER, que permitem personalizar a entrega de potência, o efeito travão-motor e o controlo de tração HSTC. Os ajustes são realizados através do ecrã TFT a cores de 5 polegadas e de um interruptor retroiluminado de quatro posições. A ficha USB-C, instalada no canto inferior direito do painel, permite carregar um dispositivo móvel durante a utilização da moto. Visualmente, a CBR500R FOUR apresenta uma frente dominada por dois faróis LED do tipo projetor, com uma silhueta que concentra as massas na zona dianteira e termina numa traseira marcadamente ascendente.... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/abs-tres-modos-de-conducao-frente-redesenhada-e-travoes-da-fireblade-eis-a-nova-honda-cbr600rr/ A Honda CBR600RR recebe uma atualização para 2027 que reforça a sua vocação para a condução desportiva, com pinças de travão radiais Nissin de quatro êmbolos inspiradas na CBR1000RR-R Fireblade, um painel TFT de 5 polegadas e uma frente redesenhada. O motor tetracilíndrico de 599 cm³ mantém os 89 kW (121 cv) às 14 250 rpm, enquanto a eletrónica continua a ter um papel central na gestão da potência e da aderência, com a chegada de novas possibilidades de configuração do ABS e três kits de competição desenvolvidos pela Honda Racing Corporation (HRC). Mais controlo na travagem e eletrónica preparada para a pista A principal evolução técnica da CBR600RR para 2027 encontra-se no sistema de travagem dianteiro. As novas pinças radiais Nissin de quatro êmbolos, partilhadas com a Fireblade, atuam sobre dois discos flutuantes de 310 mm e são acompanhadas por uma bomba principal radial. Atrás, mantém-se um disco de 220 mm com pinça de um êmbolo. O objetivo passa por proporcionar maior resistência ao calor e um controlo mais consistente nas travagens exigentes, particularmente em circuito. O sistema ABS também evolui, passando a disponibilizar três configurações: Standard, Track e Race. A primeira privilegia a estabilidade numa maior variedade de condições, incluindo piso molhado. A configuração Track elimina o controlo da elevação da roda traseira, enquanto a Race desativa também a intervenção do ABS na roda traseira, concentrando o controlo na dianteira. Estas possibilidades permitem adaptar o comportamento da travagem às exigências do condutor e às condições de utilização. A... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/monobraco-ou-braco-oscilante-duplo-qual-e-a-melhor-solucao-para-uma-moto/ O braço oscilante monobraço distingue-se pelo design e pela facilidade de remoção da roda traseira, enquanto o braço oscilante de dois braços privilegia uma construção convencional, geralmente mais simples e económica. Ambos cumprem a mesma função — ligar a roda traseira ao quadro e permitir o funcionamento da suspensão —, mas apresentam diferenças importantes na engenharia, na manutenção e nas exigências de utilização. Como funciona cada sistema? O braço oscilante monobraço, também conhecido como single-sided swingarm, apoia a roda traseira apenas de um dos lados. A roda é montada num cubo ou eixo preparado para suportar as cargas, ficando o lado oposto visualmente livre. Esta configuração tornou-se uma imagem de marca de várias motos desportivas e de turismo, sobretudo pela aparência distinta que proporciona à traseira. Já o braço oscilante duplo, ou convencional, segura a roda pelos dois lados do eixo. É a solução mais comum no mercado, desde motos de pequena cilindrada até modelos desportivos de elevada performance. A distribuição dos esforços pelos dois braços permite uma construção relativamente simples, embora a rigidez e o peso finais dependam sempre dos materiais, da geometria e da qualidade do projeto. Monobraço: as principais vantagens e desvantagens A vantagem prática mais evidente do monobraço surge na remoção da roda traseira. Em muitas motos com esta solução, basta desapertar a fixação da roda para a retirar, sem desmontar o eixo convencional nem interferir diretamente com a corrente e a sua afinação. Esta característica é particularmente útil nas mudanças de pneus e em competição,... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/ducati-espanha-e-portugal-eleita-o-melhor-distribuidor-mundial-da-marca-em-2026/ A Ducati Espanha e Portugal foi distinguida como o melhor distribuidor mundial da marca em 2026, depois de alcançar um recorde histórico de vendas em 2025 e de continuar a crescer este ano. O reconhecimento destaca os resultados comerciais da operação ibérica, a qualidade do serviço ao cliente e o investimento na inovação, no design e nas experiências destinadas à comunidade Ducatista. Pelo segundo ano consecutivo, a Ducati Espanha e Portugal alcançou os seus melhores resultados nos indicadores de qualidade e recomendação dos clientes, tanto na venda de motos como no pós-venda. Na área comercial, obteve o segundo melhor índice de recomendação de clientes de toda a rede mundial da Ducati. Já no pós-venda, atingiu o melhor resultado da sua história neste indicador, reforçando a importância do acompanhamento dos proprietários depois da compra. A estratégia comercial foi acompanhada por mudanças nos processos de planeamento e distribuição. A operação ibérica incorporou ferramentas de inteligência artificial para antecipar a evolução do mercado e otimizar a distribuição das motos, procurando adequar a disponibilidade de cada modelo às necessidades dos concessionários e dos clientes. O objetivo é tornar a gestão da rede mais precisa e garantir que as motos chegam ao destino certo no momento adequado. A Ducati Espanha e Portugal tem também reforçado o posicionamento da marca no segmento premium, alargando a sua presença nas áreas da arte e do design. A componente digital acompanha esta estratégia: a comunidade nas redes sociais já ultrapassa os 250. 000 seguidores. A celebração do Centenário da... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/novus-one-financiamento-expansao/ A NOVUS anuncia financiamento para expandir nos EUA e na Europa. Segundo a marca, a One já está em produção e a Two está em desenvolvimento. A NOVUS anunciou uma ronda de financiamento para apoiar a expansão nos Estados Unidos e na Europa. A empresa diz que já entrega a One a clientes europeus e prepara um segundo modelo mais acessível. O essencialA ronda de financiamento destina-se à expansão da NOVUS nos Estados Unidos e na Europa. A NOVUS One já está em produção em série e as entregas europeias começaram este ano. A empresa prevê iniciar a produção da NOVUS Two no final de 2027. O centro da NOVUS One é um grande espaço vazio. A Electrek descreve uma estrutura monocoque autoportante em fibra de carbono, que envolve a abertura onde habitualmente existiria carroçaria. A One já está em produção em série e as entregas europeias começaram este ano, segundo a empresa. A configuração por software adapta a mesma base técnica a 2 classes de veículos. NOVUS One e a ronda A NOVUS One numa imagem oficial da marca. A ronda de financiamento destina-se à expansão nos Estados Unidos em 2027 e ao crescimento europeu, segundo a Motociclismo apurou a partir da reportagem da Electrek. A NOVUS anuncia um motor integrado no cubo da roda, com até 25 kW (34 cv) de potência máxima, numa moto que pesa 121 kg. No modo de maior desempenho, o binário anunciado chega aos 430 Nm. A marca indica menos de 2 segundos dos 0 aos 50 km/h e uma velocidade máxima de 130 km/h. A bateria tem 6,2 kWh e, segundo a NOVUS, permite percorrer até 150 km... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/honda-cb1000f-ensaio/ Honda CB1000F combina motor de 1.000 cc e suspensões equilibradas, mas não traz cruise control nem quickshifter de série. No primeiro ensaio, publicado a 19 de outubro, a Honda CB1000F combina um motor de 1. 000 cc com suspensões equilibradas, mas não inclui cruise control nem quickshifter bidirecional de série. Frente à Kawasaki Z900RS SE, destaca-se pelo conforto das suspensões, enquanto a rival convence mais pelo som e pelos instrumentos clássicos. O essencialO motor deriva da arquitetura da CBR1000RR de 2017, adaptada à base da Hornet. As suspensões Showa foram elogiadas pelo conforto e pelo equilíbrio entre os 2 eixos. O assento fica a cerca de 795 mm, mas a posição pode deixar os joelhos dobrados aos condutores altos. A Honda CB1000F recupera o aspeto da CB900F, mas a discussão vai além da nostalgia. No primeiro ensaio, publicado a 19 de outubro, o equilíbrio das suspensões convence mais do que na Kawasaki Z900RS SE, enquanto o som do motor favorece a rival. Quem a ensaiou não ficou totalmente convencido de preferir a Honda à Kawasaki. A base da CB1000F, como a Motociclismo apurou, vem da Hornet, com um motor cuja arquitetura deriva da CBR1000RR de 2017. A Honda adaptou esse conjunto para privilegiar uma resposta utilizável e uma sonoridade evocativa das antigas motos com carburadores. Honda CB1000F e a história Honda CB1000F de 2026, numa fotografia oficial de estúdio. A linhagem passa pela CB750 Four de 1969 e pela competição de resistência com a RCB1000. Dela nasceram as CB750F e CB900F, com continuidade visual entre o depósito, as tampas laterais e a traseira. A pintura Wolf Silver Metallic, com... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/ktm-1390-super-duke-rr-190-cv-menos-11-kg/ A KTM 1390 Super Duke RR mantém 190 cv e perde 11 kg face à R. O ensaio em pista destaca suspensões WP Pro, travões Brembo e o modo Beast. A KTM 1390 Super Duke RR mantém os 190 cv da R, mas pesa menos 11 kg. O ensaio em pista destaca a agilidade da versão, uma diferença relevante para quem procura uma hypernaked de alto desempenho. O essencialA versão RR pesa 189 kg em ordem de marcha sem gasolina, menos 11 kg do que a R. A verificação da folga das válvulas tem um intervalo de 60. 000 km. O modo Beast reduz a intervenção eletrónica ao mínimo legal e deixa apenas a velocidade no ecrã. A KTM 1390 Super Duke RR aposta no peso para ganhar agilidade. A versão de 2026 mantém os 190 cv e 145 Nm da R, mas pesa 189 kg em ordem de marcha sem gasolina, menos 11 kg. No ensaio em pista, essa redução traduz-se em entradas em curva mais rápidas e mudanças de direção mais fáceis. A versão RR pesa menos 11 kg do que a R, segundo a Motociclismo apurou, graças sobretudo às alterações na ciclística e nos componentes. A única alteração no motor face à R é a ponteira de escape Akrapovič em titânio e carbono, mais leve e sonora. O intervalo de verificação da folga das válvulas é de 60. 000 km. 1390 Super Duke RR emagrece A KTM 1390 Super Duke RR de 2026, numa fotografia oficial da KTM. A base vem da evolução da 1290 para a 1390, com o bicilíndrico a passar de 1. 300 para 1. 350 cc e a receber distribuição variável. Na RR,... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/aprilia-sr-gt-400-ensaio/ A SR GT 400 tem motor monocilíndrico de 399 cc, cerca de 36,5 cv e 38 Nm. O ensaio destaca o asfalto, mas aponta limites em terra. A SR GT 400 tem motor monocilíndrico de 399 cc, cerca de 36,5 cv e 38 Nm, e o ensaio publicado a 19 de outubro destaca o comportamento em estrada. O essencialO motor monocilíndrico de 399 cc debita cerca de 36,5 cv e 38 Nm. As suspensões oferecem cerca de 120 mm de curso em ambos os eixos. O controlo de tração e a intervenção traseira do ABS podem ser desligados. A Aprilia SR GT 400 gosta mais de curvas do que de trilhos difíceis. No ensaio publicado a 19 de outubro, a scooter mostrou estabilidade a velocidades elevadas, agilidade em estradas sinuosas e suspensões capazes de absorver irregularidades. Segundo a Motociclismo apurou, o quadro tubular de aço de duplo berço contribui para um comportamento próximo do de uma moto. O guiador largo facilita as mudanças de direção, embora a estrutura dificulte passar a perna à frente do assento. SR GT 400 no asfalto Aprilia SR GT 400, fotografia oficial da scooter. O monocilíndrico de 399 cc, partilhado com a Piaggio BV 400 S HPE, tem refrigeração líquida, 4 válvulas e uma árvore de cames à cabeça. A potência indicada é de cerca de 36,5 cv às 7. 500 rpm e o binário de cerca de 38 Nm às 5. 700 rpm. A transmissão automática de variação contínua exige alguma delicadeza no acelerador ao arrancar, enquanto a embraiagem centrífuga acopla. Depois, a resposta torna-se suave e acompanha facilmente o trânsito. Quem já a conduziu registou cerca de 153 km/h no... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/kove-450-rr-espanha/ KOVE 450 RR chega a Espanha com 66,6 cv, motor de 443 cc e preço de 6 297 euros. Conheça o equipamento e a possibilidade de limitação para A2. A KOVE 450 RR chegou ao mercado espanhol por 6 297 euros, com motor de 4 cilindros e 66,6 cv. A desportiva inclui suspensões Kayaba reguláveis, quickshifter e possibilidade de limitação para a carta A2. O essencialO motor de 443 cc tem potência máxima declarada de 66,6 cv às 13. 250 rpm. A KOVE pesa 165 kg em ordem de marcha, segundo os dados divulgados. O equipamento inclui suspensões Kayaba reguláveis, controlo de tração e quickshifter. A KOVE 450 RR recupera a receita das pequenas desportivas japonesas dos anos 90. Segundo o Motoblog, a moto chinesa chegou ao mercado espanhol por 6 297 euros. O motor da KOVE 450 RR, segundo a Motociclismo apurou, é um tetracilíndrico em linha de 443 cc. Tem dupla árvore de cames à cabeça e 16 válvulas, com uma potência máxima declarada de 66,6 cv (49 kW) às 13. 250 rpm. Motor da KOVE 450 RR O diâmetro de 59 mm e o curso de 40,5 mm definem um motor de curso curto, preparado para trabalhar a regimes elevados. A publicação descreve uma entrega de potência que convida a usar a caixa e a manter o motor na faixa mais favorável. A filosofia lembra a Kawasaki ZXR400R, a Honda CBR400RR e a Suzuki GSX-R400. Eram desportivas compactas, com motores de 4 cilindros capazes de subir muito de rotação. A KOVE recupera essa configuração com equipamento mais recente, mas os seus 66,6 cv continuam a exigir prudência e técnica de condução. Suspensões Kayaba reguláveis O peso... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/ducati-panigale-v4-evolucao-2018-2027/ A Panigale V4 passou de 214 para 218 cv entre 2018 e 2027. Veja a evolução na eletrónica, aerodinâmica, quadro e travagem ao longo de 9 anos. A Ducati Panigale V4 passou de 214 cv em 2018 para 218 cv na versão de 2027, um ganho de apenas 4 cv em 9 anos. A evolução que explica a diferença está sobretudo na eletrónica, na aerodinâmica e na forma de aproveitar a potência. O essencialA primeira geração manteve a distribuição desmodrómica e adotou um motor V4 a 90°. A versão de 2025 substituiu o monobraço e introduziu o Ducati Vehicle Observer. A Ducati anuncia uma melhoria média de 0,4 segundos por volta em Vallelunga para a versão de 2027 face ao modelo anterior. A Ducati Panigale V4 mudou muito mais do que os números de potência sugerem. Segundo a GPOne, entre 2018 e 2027, a versão de 1. 103 cc ganhou apenas 4 cv, passando de 214 para 218 cv. A evolução passou sobretudo pela entrega de potência, travagem, aerodinâmica e gestão da aderência, segundo a Motociclismo apurou. A V4 R segue um caminho próprio, com 998 cc para a homologação no Mundial de Superbike. Panigale V4 rompe com o passado Em setembro de 2017, Casey Stoner surgiu em Valência aos comandos da futura V4 S, antes da apresentação marcada para 5 de novembro. O campeão de MotoGP de 2007 colaborava no desenvolvimento com Michele Pirro e Alessandro Valia. A chegada ao mercado, em 2018, trocou o bicilíndrico em L pelo Desmosedici Stradale de 1. 103 cc, segundo a GPOne. O motor manteve a distribuição desmodrómica e adotou 4 cilindros em V a 90°, cambota contra-rotativa e ordem... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/bmw-s-1000-rr-2027-quadro-mais-leve/ A BMW S 1000 RR de 2027 poderá ter um quadro 1,3 kg mais leve, pinças Brembo Hypure e asas revistas. A BMW S 1000 RR de 2027 poderá receber um quadro 1,3 kg mais leve, segundo os indícios recolhidos em Nürburgring. Os protótipos também apontam para alterações no braço oscilante, nos travões, na aerodinâmica e nos comandos. O essencialO quadro previsto poderá ter paredes mais finas e uma revisão da flexibilidade e rigidez. Os protótipos mostram pinças dianteiras Brembo Hypure e asas aerodinâmicas revistas. Um joystick de 4 direções substitui o comando giratório Multi-Controller nas unidades de teste. As imagens dos protótipos vistos em Nürburgring mostram que a evolução não se limita à carenagem. Segundo a SoyMotero, os protótipos da versão de 2027 apontam para alterações no quadro, no braço oscilante, nos travões e na eletrónica. O quadro M Motorsport de 3. ª geração poderá pesar menos 1,3 kg, segundo a Motociclismo apurou, com paredes mais finas e uma revisão da flexibilidade e rigidez. A configuração prevista para a S 1000 RR não seria igual à da M 1000 RR. S 1000 RR mais leve Não é a versão de 2027; mostra a BMW S 1000 RR de 2024, numa fotografia oficial da BMW. A SoyMotero refere ainda que o braço oscilante deverá ser inteiramente novo, com o objetivo de reduzir massa sem sacrificar rigidez. A intenção é melhorar a travagem, as mudanças de direção e a aceleração à saída das curvas. No motor, a SoyMotero aponta para uma subida dos atuais 207 cv para 212 cv. A base atual é um tetracilíndrico em linha de 999 cc, com tecnologia... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/zxmoto-eletrica-2027/ A primeira moto elétrica da ZXMOTO tem lançamento previsto para 2027. O modelo foi concebido para competir com marcas de topo mundiais. A ZXMOTO elétrica tem lançamento previsto para 2027, anunciou o fundador Zhang Xue. O essencialO fundador Zhang Xue revelou o plano numa entrevista à CCTV. A primeira moto elétrica da ZXMOTO tem lançamento previsto para 2027. O modelo foi concebido para competir com marcas de topo a nível mundial. Zhang Xue, fundador da ZXMOTO, revelou o plano para a primeira moto elétrica da marca numa entrevista à CCTV, segundo a ECNS. A Motociclismo apurou na reportagem da ECNS que o modelo foi concebido para competir com marcas de topo a nível mundial. A ambição da ZXMOTO elétrica A ZXMOTO 820RR, modelo de estrada da marca. Não é a moto elétrica prevista para 2027. A primeira moto elétrica da marca tem lançamento previsto para 2027. Leia tambémLiveWire entra nas motos elétricas todo-o-terreno através da aquisição da Dust MotoA VinFast prepara a entrada nas motos elétricas e a Índia é o próximo grande objetivo: Ultraviolette e a Hero são «alvos»? KTM confirma que vai manter a produção de motos na Áustria e afasta transferência para a Índia Perguntas e respostasA ZXMOTO prepara a primeira moto elétrica para 2027? Sim. O fundador Zhang Xue revelou o plano para a primeira moto elétrica da marca, com lançamento previsto para 2027. Fotografia: sala de imprensa da marca, https://global. zxmoto. com/uploadfile/202603/f647b8688e7d4c3. jpg - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/zero-srs-2027-bateria-173-kwh/ A página oficial da Zero SR/S de 2027 indica bateria Z-Force de 17,3 kWh e 275 km de autonomia urbana. A Zero SR/S, modelo de 2027 da Zero Motorcycles, usa uma bateria Z-Force com capacidade máxima de 17,3 kWh. A página oficial indica autonomia urbana de 275 km. O essencialA bateria Z-Force da SR/S tem capacidade máxima de 17,3 kWh. A autonomia urbana indicada para a SR/S é de 275 km. A S Line reúne a SR/S, a SR/F e a S. A página oficial da Zero Motorcycles identifica a SR/S como modelo de 2027 e permite comparar as motos da marca. Bateria da Zero SR/S Segundo a Motociclismo apurou na página oficial, a bateria Z-Force tem capacidade máxima de 17,3 kWh e a autonomia urbana indicada é de 275 km. A S Line reúne também a SR/F e a S. A Zero disponibiliza na página uma opção para pedir um ensaio da moto. Leia tambémZero DS com recorde do Guinness após percorrer 436,5km com uma só cargaWottan ONE 125: scooter urbana com top case, chave inteligente e consumo de 2,3 l/100 kmBenelli BKX 125 S combina 15 cv, baixo peso e até 500 km de autonomia Perguntas e respostasA Zero SR/S integra a S Line ao lado da SR/F e da S? Sim. A S Line reúne a SR/S, a SR/F e a S. Fotografia: sala de imprensa da marca, https://zeromotorcycles. com/model/zero-srs - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/suzuki-gsx-r600-motor-599-cc/ A Suzuki GSX-R600 de 2027 tem motor de 599 cc e 4 cilindros, cronómetro de voltas e luz de passagem de caixa. Veja o equipamento e os preços. A Suzuki GSX-R600 de 599 cc e a GSX-R750 de 750 cc foram anunciadas nos Estados Unidos a 7 de agosto de 2026, para a versão de 2027. A primeira parte do equivalente a cerca de 11 135 euros naquele mercado. O essencialA GSX-R600 tem um motor de 599 cc e a GSX-R750 usa um motor de 750 cc, ambos de 4 cilindros em linha. As 2 motos incluem forquilha Showa Big Piston, pinças dianteiras Brembo Monobloc e mapas de motor selecionáveis. As edições 40th Anniversary recebem grafismos e emblemas comemorativos inspirados na história GSX-R. Os 40 anos da família GSX-R também se assinalam nas versões 600 e 750. A Suzuki apresentou as versões de 2027 a 7 de agosto de 2026, com novas cores e edições comemorativas inspiradas na história destas desportivas. Suzuki GSX-R600 e motor A Suzuki GSX-R600 de 2027, vista de três quartos. A GSX-R600 tem um motor de 599 cc, com 4 cilindros em linha e injeção de combustível, instalado num quadro leve de alumínio, segundo a Motociclismo apurou no anúncio da Suzuki. A marca indica que o motor foi concebido para trabalhar a regimes elevados e que a ciclística foi desenvolvida com recurso à competição. O equipamento inclui a forquilha Showa Big Piston, as pinças dianteiras Brembo Monobloc e o seletor de modos de motor Suzuki Drive Mode Selector (S-DMS). Tem também um cronómetro de voltas integrado e uma luz programável de indicação de passagem de caixa. As opções de cor anunciadas são Candy Daring... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/patente-kymco-scooter-tres-rodas/ A patente da Kymco mostra uma scooter compacta de 3 rodas, com plataforma plana e suspensão dianteira independente; a EICMA 2026 é apenas uma hipótese. A patente da Kymco mostra uma scooter compacta de 3 rodas, com plataforma plana e suspensão dianteira independente, pensada para a cidade. A possível apresentação na EICMA 2026 é apenas uma hipótese. O essencialO projeto combina uma plataforma plana com um motor monocilíndrico. Cada roda dianteira tem suspensão independente através de um monobraço. A patente está registada em nome da filial chinesa da Kymco. As 3 rodas da Kymco poderão ganhar uma alternativa mais compacta para a cidade. Segundo a MotorBox, uma patente aponta para uma scooter mais urbana do que a CV3 575. A patente, segundo a Motociclismo apurou, mostra uma plataforma plana e um motor monocilíndrico. Esta configuração permitiria à Kymco alargar a sua presença entre as scooters de 3 rodas. O que revela a patente da Kymco Desenho oficial da patente do novo scooter Kymco de 3 rodas, ainda sem nome de modelo. A plataforma plana facilita o acesso à scooter e oferece uma superfície adicional para transportar objetos, de acordo com a descrição da MotorBox. O assento tem 2 níveis, com lugares separados para condutor e passageiro, e inclui pegas de apoio para este último. Os desenhos mostram ainda guarda-lamas de grandes dimensões sobre as rodas dianteiras. Segundo a mesma fonte, a sua forma procura proteger dos salpicos de água e da sujidade da estrada nos percursos urbanos. Como funciona a suspensão Desenho da patente do scooter Kymco de 3 rodas, ainda sem nome de modelo. Na descrição da MotorBox, a suspensão dianteira recorre a 2... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/zxmoto-250t-adv-prototipo-bicilindrico/ A ZXMoto 250T ADV é um protótipo de scooter com motor bicilíndrico de 249 cc montado ao centro; o lançamento na China está previsto para 2027. A ZXMoto 250T ADV aponta a um motor bicilíndrico de 249 cc, uma solução pouco habitual nas scooters desta cilindrada. Apresentada na China, continua em desenvolvimento e ainda não tem confirmação de chegada a Portugal. O essencialO motor apontado para o protótipo é um bicilíndrico paralelo de 249 cc, refrigerado por líquido. A montagem central do motor permite um braço oscilante independente em alumínio. O lançamento no mercado chinês está previsto para meados de 2027. A ZXMoto 250T ADV ainda é um protótipo, mas já foge à receita habitual das pequenas scooters. Segundo a RideApart, a marca chinesa apresentou esta scooter de aventura na CIMA Motor 2026, em Chongqing. O motor apontado para a 250T ADV, segundo a Motociclismo apurou, é um bicilíndrico paralelo de 249 cc, refrigerado por líquido. As estimativas publicadas apontam para uma potência de cerca de 27 a 32 cv, num segmento dominado por motores monocilíndricos. ZXMoto 250T ADV A diferença também está na montagem do motor. De acordo com a RideApart, fica numa posição central e está fixo ao quadro, em vez de integrar o conjunto do braço oscilante traseiro, como acontece nas scooters convencionais. Esta disposição aproxima a 250T ADV de soluções usadas pela Yamaha TMAX e pela Honda X-ADV. Permite um braço oscilante independente em alumínio e um amortecedor traseiro separado, reduzindo a massa não suspensa e podendo beneficiar o comportamento da suspensão em pisos irregulares. Transmissão e equipamento A transmissão descrita é continuamente variável, ou CVT. Estão também em consideração configurações com... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/honda-ci-alertas-riscos/ A Honda CI usa inteligência artificial para detetar utentes da estrada e alertar condutores e motociclistas para riscos potenciais, com avisos visuais e sonoros. A Honda apresentou na CEATEC 2026, no Japão, uma aplicação para telemóvel baseada na inteligência cooperativa Honda CI. A aplicação deteta utentes da estrada próximos, prevê riscos e emite alertas visuais e sonoros para condutores e motociclistas. O essencialA Honda apresentou uma aplicação com inteligência cooperativa Honda CI na CEATEC 2026, no Japão. O sistema deteta utentes da estrada próximos e prevê riscos, emitindo avisos visuais e sonoros. A tecnologia foi apresentada para condutores e motociclistas. A Honda apresentou na CEATEC 2026 uma aplicação para telemóvel que deteta outros utentes da estrada e prevê riscos potenciais. Segundo a Motociclismo apurou, o sistema combina a inteligência cooperativa Honda CI com um telemóvel e uma câmara instalada posteriormente no veículo. A aplicação destina-se a alertar condutores e motociclistas para perigos próximos. Como funciona a Honda CI A aplicação deteta utentes da estrada nas proximidades, enquanto a Honda CI prevê e avalia riscos à frente. Consoante a direção e o nível de risco, o sistema emite avisos visuais e sonoros para ajudar a evitar colisões. Na CEATEC, os visitantes puderam experimentar uma demonstração das funções de previsão e alerta. A tecnologia integra o objetivo da Honda de eliminar, até 2050, as mortes em colisões de trânsito que envolvam as suas motos e automóveis em todo o mundo. A Honda Motor e a Honda R&D apresentaram várias tecnologias na CEATEC e no Japan Mobility Show Bizweek 2026. Os eventos decorreram em simultâneo no Makuhari Messe, na prefeitura japonesa de Chiba. Outras tecnologias em exibição... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/kawasaki-kle-650-registo-australiano/ A Kawasaki KLE 650 surge num registo australiano de 16 de outubro para 2027. A Kawasaki KLE 650 aparece num registo australiano de 16 de outubro, com a designação KLE 650 (SE) para 2027. O essencialUm registo australiano de 16 de outubro identifica a Kawasaki KLE 650 (SE) para 2027. O documento indica o tipo LE650L e a variante LE650N. A designação KLE 650 já tinha sido usada na Versys 650. A designação KLE 650 volta a surgir, desta vez sem a referência à Versys. A Motorrad relata que a Kawasaki registou o nome na Austrália para um modelo de 2027. O registo, segundo a Motociclismo apurou, tem data de 16 de outubro e identifica o tipo LE650L, a variante LE650N e a designação KLE 650 (SE). A designação KLE 650 já tinha sido usada na Versys 650. Leia tambémKawasaki recupera a Ninja H2: O regresso da moto mais extrema e as diferenças para a H2R de pistaKawasaki Versys 900 já estará em testes e deverá preencher o espaço entre a Versys 650 e a Versys 1100Kawasaki Z500 com algumas novidades para 2027: Mais tecnologia, ecrã TFT, mantendo 451cc e 33,4kW Perguntas e respostasQue dados identifica o registo australiano da Kawasaki KLE 650? A designação KLE 650 (SE) surge num registo australiano para 2027. O registo identifica o tipo LE650L e a variante LE650N. Fotografia: sala de imprensa da marca, https://www. kawasaki. eu/en/Motorcycles/Adventure_Tourer/Versys_650_2027. html - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/toni-bou-titulos-trial/ Toni Bou soma 40 títulos mundiais, 20 de TrialGP e 20 de X-Trial. A Honda detalha a carreira e a Montesa Cota 4RT usada pelo piloto desde 2007. Em 2026, Toni Bou chegou aos 40 títulos mundiais no Trial, com 20 campeonatos de TrialGP e 20 de X-Trial. O piloto da Repsol Honda HRC venceu as 2 competições em todos os anos desde 2007. O essencialBou conquistou os primeiros títulos mundiais de TrialGP e X-Trial em 2007. A Montesa Cota 4RT de competição pesa 70 kg e tem um motor específico de maior cilindrada. O Mundial de X-Trial de 2027 começa a 28 de novembro, em Madrid. Toni Bou celebra 40 anos de vida com outros tantos títulos mundiais. Segundo a Honda, a conquista mais recente no TrialGP elevou a 40 o total de campeonatos do mundo do piloto espanhol. A Motociclismo apurou no comunicado da Honda que a sequência começou em 2007 e reúne 20 títulos de TrialGP e 20 de X-Trial. São 2 campeonatos por ano durante 20 anos consecutivos, sempre com a Repsol Honda HRC. Toni Bou além dos mundiais Incluindo as competições nacionais e por equipas, a Honda aponta um total de 70 títulos desde a chegada de Bou à marca. O comunicado enumera também 11 títulos nacionais de Trial ao ar livre, 19 conquistas por Espanha no Trial des Nations e o X-Trial des Nations de 2026. O percurso começou nas bicicletas. Em 1999, aos 13 anos, Bou conquistou o Campeonato do Mundo de bike trial e decidiu passar para uma moto de Trial. Sagrou-se campeão espanhol júnior 2 anos depois e estreou-se no Mundial de Trial passados mais 2 anos. Em 2007,... - Published: 2026-10-20 - Modified: 2026-10-20 - URL: https://motociclismo.pt/voge-rr500s-rr660s-motor-equipamento/ Voge RR500S e RR660S diferem na cilindrada, potência e equipamento. A comparação oficial detalha motores, travões, modos de condução e ajustes da RR660S. A Voge RR500S tem 475 cc, enquanto a RR660S chega aos 662,8 cc, segundo a comparação publicada pela marca a 19 de outubro. As duas desportivas usam motores de 4 cilindros, mas diferem na potência, nos travões e nas possibilidades de ajuste. As especificações e o equipamento podem variar consoante o mercado. O essencialAs duas desportivas usam motores de 4 cilindros em linha com refrigeração líquida. A RR500S tem 47 Nm e a RR660S chega aos 64 Nm. A RR660S tem modos Normal e Sport, quickshifter eletrónico e ergonomia ajustável. Na comparação publicada pela Voge, a RR660S distingue-se da RR500S pela potência superior, pelos travões Brembo e pela ergonomia ajustável. A Motociclismo apurou que ambas usam motores de 4 cilindros em linha com refrigeração líquida. A RR500S tem 475 cc e a RR660S, 662,8 cc. Voge RR500S até 14. 000 rpm A VOGE RR500S vermelha, numa fotografia oficial do modelo. Para a RR500S, a Voge anuncia cerca de 78 cv (57 kW) às 12. 500 rpm e 47 Nm às 11. 000 rpm. O motor pode atingir um regime máximo de 14. 000 rpm. A marca destaca o sistema de válvula variável no escape, que permite diferentes características sonoras. Na ciclística, a RR500S tem uma forquilha invertida e suspensão traseira com pré-carga ajustável. A travagem dianteira usa 2 discos Nissin, de acordo com a marca. A frente integra apêndices aerodinâmicos e a secção traseira mantém as linhas desportivas da carenagem. RR660S com mais ajustes O motor de 4 cilindros da... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/honda-no-motogp-moreira-quartararo-2027/ A Honda no MotoGP de 2027 deverá juntar Diogo Moreira a Fabio Quartararo na HRC e David Alonso a Johann Zarco na LCR, mas falta o anúncio oficial. A Honda no MotoGP de 2027 deverá ter Diogo Moreira ao lado de Fabio Quartararo na equipa oficial HRC, segundo a GPOne. David Alonso deverá estrear-se na LCR com Johann Zarco, numa distribuição ainda sem anúncio oficial e marcada pela adaptação às novas motos de 850 cc. O essencialA distribuição dos lugares para 2027 continua sem anúncio oficial da Honda. Moreira foi o mais rápido no teste austríaco com as novas motos de 850 cc, segundo a GPOne. Alonso deverá receber apoio integral de fábrica na LCR, ao lado de Johann Zarco. Diogo Moreira terá levado a melhor na disputa com David Alonso. Segundo a GPOne, o brasileiro deverá acompanhar Fabio Quartararo na equipa oficial HRC em 2027, enquanto Alonso se estreará no MotoGP pela LCR, ao lado de Johann Zarco. A informação sobre a composição da Honda é atribuída pela GPOne à Sky Sport, segundo a Motociclismo apurou. A distribuição dos lugares continua sem anúncio oficial, mas a evolução de Moreira e o seu desempenho com a nova moto terão pesado na escolha. Honda no MotoGP de 850 cc O teste de setembro no Red Bull Ring, na Áustria, terá sido determinante. De acordo com a GPOne, Moreira assinou o melhor tempo absoluto com as novas motos de 850 cc equipadas com pneus Pirelli e mostrou um ritmo competitivo numa sequência longa de voltas. O brasileiro chegou à LCR em 2026 como campeão mundial de Moto2 de 2025. A GPOne descreve uma adaptação gradual ao MotoGP, cuja consistência terá... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/yamaha-ye-01-desenvolvimento/ Yamaha YE-01 está a cerca de 20% da visão de Miyashiro, que explica os desafios no desenvolvimento da moto elétrica de motocross. A Yamaha YE-01 está, na avaliação pessoal de Miyashiro, a 20% da visão que tem para a moto, após a estreia pública no Motocross das Nações de 2026, em Ernée, França. O número não mede a conclusão do projeto. O essencialA estreia pública decorreu no Motocross das Nações de 2026, em Ernée. A moto combina um quadro derivado da YZ450F com embraiagem e volante de inércia. O desenvolvimento concentra-se no controlo de tração, nas sensações do piloto e na gestão de energia. Miyashiro considera que a Yamaha YE-01 ainda está longe da sua visão para a moto. Segundo a entrevista Off1 publicada na web Autoby, a moto elétrica rodou no Motocross das Nações de 2026, em Ernée, França, onde Yamaha e Honda levaram 2 motos cada. Miyashiro, responsável pelo desenvolvimento da YE-01 e pelo desenvolvimento avançado das YZ, situa-a em cerca de 20% da sua visão, segundo a Motociclismo apurou. É uma avaliação pessoal do potencial atingido, não uma percentagem de conclusão do projeto. Yamaha YE-01 com embraiagem A YE-01 tem embraiagem e volante de inércia, ao contrário da Honda CR Electric e da Stark Varg referidas na entrevista. Segundo os responsáveis, a experiência da Yamaha com a TY-E e o conhecimento da parceira francesa Electric Motion sustentaram essa escolha. A embraiagem permite adaptar a condução às mudanças do terreno. A TY-E, estreada em 2018, já usava esta solução e levou Kenichi Kuroyama ao título da categoria principal do trial japonês em 2025, uma estreia para uma moto elétrica. Miyashiro... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/miguel-oliveira-worldsbk-bmw/ Miguel Oliveira foi 10.º na corrida final do WorldSBK em Jerez e está entusiasmado com os testes de inverno; a BMW ficou em 3.º nos construtores, 1 ponto à frente da Yamaha. Miguel Oliveira já olha para os testes de inverno, depois de fechar a época de WorldSBK em Jerez. O 10. º lugar na última corrida garantiu à BMW o 3. º posto entre os construtores, com 1 ponto de vantagem sobre a Yamaha. O essencialA BMW terminou o Mundial de construtores com 184 pontos, contra 183 da Yamaha. Oliveira fechou o campeonato de pilotos em 11. º, com 142 pontos. Brad Binder será colega de Miguel Oliveira na BMW em 2027. A BMW terminou o Mundial de Superbike com a Yamaha a apenas 1 ponto. Segundo a BMW Motorrad, o 10. º lugar de Miguel Oliveira na última corrida de Jerez garantiu o 3. º posto entre os construtores. A BMW fechou a época com 184 pontos, contra 183 da Yamaha, segundo a Motociclismo apurou no balanço oficial da marca. A Ducati venceu com 744 pontos, à frente da Bimota, com 316. Kawasaki e Honda terminaram atrás da Yamaha, com 165 e 64 pontos, respetivamente. Miguel Oliveira e os testes Miguel Oliveira na BMW M 1000 RR #88, em Jerez, no WorldSBK de 2026. O português fez o 13. º tempo na Superpole e abandonou a corrida de sábado devido a um problema técnico. No domingo, terminou a Superpole Race em 11. º e a 2. ª corrida principal em 10. º, a 28,002 segundos do vencedor, Nicolò Bulega. No balanço divulgado pela equipa, Oliveira explicou que os problemas na qualificação comprometeram a posição na grelha e que o abandono... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/suzuki-gsx-8r-titulo-britanico-sportbike/ A Suzuki GSX-8R conquistou o 2.º título consecutivo no campeonato britânico de Sportbike. Asher Durham fechou a época com 5 vitórias e mais 4 pódios. A Suzuki GSX-8R conquistou o 2. º título consecutivo no British Sportbike Championship de 2026, em Brands Hatch. Asher Durham, da Powerslide Suzuki, assegurou o campeonato com um 7. º lugar na última corrida, depois de uma época com 5 vitórias e mais 4 pódios. O essencialAsher Durham garantiu o título com um 7. º lugar na última corrida, em Brands Hatch. O campeão terminou a temporada com 5 vitórias e mais 4 pódios. Cameron Dawson colocou outra Suzuki 8R no pódio final do campeonato, em 3. º. Asher Durham esteve perto de resolver o campeonato na primeira corrida de Brands Hatch. Segundo a Suzuki, o piloto da Powerslide Suzuki garantiu o título britânico de Sportbike na segunda corrida da última jornada, disputada no fim de semana. A conquista de Durham deu à Suzuki GSX-8R, segundo a Motociclismo apurou, o 2. º título consecutivo na competição, depois do triunfo de Kas Beekmans em 2025. Durham chegou a Brands Hatch na liderança do campeonato e saiu da última curva da primeira corrida em posição de vencer. Um 7. º lugar bastava Uma Suzuki GSX-8R em Brands Hatch. Pessoa não identificada pela fonte. De acordo com a Suzuki, Durham deu aos adversários a possibilidade de aproveitarem o seu cone de aspiração e perdeu a disputa até à meta. Terminou em 3. º, mas o rival na luta pelo título não pontuou, pelo que bastava acabar a segunda corrida entre os 10 primeiros. Com condições mistas na corrida final, Durham preferiu não arriscar... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/alvaro-bautista-peso-minimo-worldsbk/ Álvaro Bautista critica a regra do peso adicional no WorldSBK e diz que pode prejudicar pilotos mais jovens. Em Jerez, terminou em 4.º lugar. Álvaro Bautista terminou a temporada de Superbike sem lugar para 2027 e diz que o peso adicional exigido na moto lhe fechou portas. Aos 41 anos, o piloto deixa a Barni Racing e pede a retirada de uma regra que, na sua opinião, também pode prejudicar os mais jovens. O essencialBautista pede a retirada da regra que exige peso adicional na sua moto. O piloto elogia a Barni Racing, mas lamenta sair quando a relação com a equipa estava a melhorar. Na última corrida em Jerez, arrancou de 6. º, chegou a 3. º e terminou em 4. º. Álvaro Bautista ficou perto do pódio em Jerez, mas terminou a temporada sem lugar para 2027. Em declarações à Motosan, o piloto da Barni Racing apontou o peso adicional exigido na moto como um entrave à continuidade no Mundial de Superbike. Bautista diz que a regra lhe fechou portas em várias equipas, segundo a Motociclismo apurou. Bautista afirma que ninguém quer acrescentar peso às suas motos e recorda que a Barni confiou nele, apesar dessa exigência. “Es una pena que una norma absurda fastidie la carrera de un piloto”, afirmou o espanhol. O que diz Álvaro Bautista Bautista defende a retirada da regra e diz que a crítica não serve apenas os seus interesses. Na sua perspetiva, um piloto de 25 anos também pode ser penalizado por esta exigência, com consequências para aquilo que consegue alcançar na competição. O espanhol aceita penalizações às motos e aos fabricantes, mas rejeita que recaiam... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/honda-forza-750-o-que-ganha-e-perde-quem-troca-uma-moto-por-uma-maxiscooter/ Trocar uma moto de turismo por uma maxiscooter como a Honda Forza 750 significa mudar mais do que a forma de passar as mudanças. A Forza combina um motor bicilíndrico de 745 cm³, transmissão automática de dupla embraiagem DCT e proteção aerodinâmica com uma posição de condução descontraída e espaço de arrumação integrado. Em contrapartida, o compartimento sob o banco não substitui a capacidade de bagagem de uma moto de turismo equipada com malas, e a arquitetura da maxiscooter condiciona a posição dos pés e a liberdade de movimentos. A maior diferença surge na utilização diária. Na Forza 750, a transmissão DCT de seis velocidades gere automaticamente as mudanças, permitindo arrancar e circular sem manete de embraiagem nem pedal de caixa. O condutor pode selecionar modos de condução como RAIN, STANDARD e SPORT, além de um modo USER personalizável, que ajustam a resposta do acelerador e o funcionamento da transmissão. No trânsito, esta solução reduz o trabalho repetitivo de controlar a embraiagem e escolher a mudança, embora o peso de 236 kg com o depósito cheio e a largura do conjunto continuem a exigir atenção em manobras lentas e espaços apertados. A proteção contra o vento e a chuva é outra vantagem importante. A carenagem envolve a zona dianteira, o para-brisas tem regulação elétrica e as plataformas permitem variar a posição das pernas mais do que numa moto com pousa-pés convencionais. O banco está a 790 mm do solo, e o guiador favorece uma postura direita. Numa deslocação longa, estes... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/a-kawasaki-ninja-650-trocou-a-forquilha-convencional-por-uma-invertida-em-2027/ A Kawasaki Ninja 650 recebe em 2027 uma atualização importante na suspensão dianteira e nos travões, com o objetivo de melhorar o controlo em curva sem perder a facilidade de condução que caracteriza esta desportiva de média cilindrada. A principal mudança é a estreia de uma forquilha invertida Showa SFF-BP de 37 mm, acompanhada por pinças radiais de quatro pistões, uma afinação revista da suspensão traseira e um novo painel TFT de 4,3 polegadas. A substituição da forquilha telescópica convencional por uma invertida é a alteração mais visível, mas o interesse está sobretudo na forma como pode influenciar o comportamento da frente. A tecnologia Showa SFF-BP — sigla de Separate Function Front Fork – Big Piston — utiliza um pistão de maiores dimensões para reduzir a pressão de amortecimento. Segundo a Kawasaki, a solução permite controlar melhor os movimentos da suspensão e manter uma atitude mais estável nas mudanças de direção, na entrada em curva e durante a travagem. A marca procurou, ainda assim, preservar a resposta natural e acessível da Ninja 650 anterior. A suspensão traseira também foi revista, através de uma mola com uma taxa mais elevada, para acompanhar o novo conjunto dianteiro. O objetivo é manter o equilíbrio do chassis quando o condutor trava antes de uma curva, muda de direção ou acelera à saída. Estas alterações procuram tornar a moto mais precisa quando o ritmo aumenta, sem transformar a Ninja 650 numa desportiva exigente para utilizar diariamente. A Kawasaki não anuncia uma alteração radical à geometria... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/rcb-leva-novas-suspensoes-e-componentes-de-travagem-a-eicma-2026/ A RCB regressa à EICMA pelo quarto ano consecutivo com novidades nas áreas da suspensão, travagem e acessórios para motos e scooters. A marca malaia especializada em componentes de alto desempenho vai apresentar em Milão a nova forquilha dianteira FD Series, um disco flutuante S2+ ICE Alloy e um cilindro mestre de travão em carbono, além de outras novidades que serão reveladas durante o salão. A nova forquilha FD Series foi concebida para a Yamaha XMAX e para a NVX, alargando a oferta da RCB no segmento das scooters. A marca vai também mostrar o disco flutuante S2+ ICE Alloy e um novo cilindro mestre de travão em carbono, dois componentes que reforçam a aposta na área da travagem. O comunicado não adianta, para já, dados técnicos detalhados, preços ou informações sobre a disponibilidade comercial destes produtos. A apresentação incluirá ainda a mais recente coleção de merchandising da RCB e algumas novidades exclusivas, reservadas para serem reveladas durante o próprio evento. O espaço da marca contará igualmente com componentes da UMA Racing, marca italiana especializada em soluções mecânicas e eletrónicas de alto desempenho. A sua presença complementará a oferta da RCB com produtos orientados para o motor e para o aumento das prestações. O piloto internacional de stunt Rok Bagoroš também estará presente no stand durante a EICMA 2026. A participação da RCB combina, assim, novos componentes técnicos, acessórios e atividades ligadas ao universo das motos, num salão que a marca volta a escolher para mostrar a evolução da sua... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/bmw-vai-trazer-mais-uma-novidade-alem-de-apresentar-a-f-450-rr-a-f-450-r-na-eicma-2026/ A BMW Motorrad vai apresentar três novidades na EICMA 2026, em Milão, incluindo as novas BMW F 450 RR e BMW F 450 R, além de um modelo ainda não revelado. A apresentação está marcada para 3 de novembro, às 11h30, durante a conferência de imprensa oficial da marca, no pavilhão 14 da exposição. A sessão contará com a presença de Markus Flasch, CEO da BMW Motorrad, e de Sergio Solero, presidente e administrador executivo da BMW Italia. Os responsáveis vão abordar a estratégia da marca, as prioridades que deverão orientar o seu desenvolvimento nos próximos anos e as perspetivas para o mercado das duas rodas. A conferência servirá também para dar a conhecer as novidades preparadas para a próxima temporada. Entre os modelos anunciados estão a BMW F 450 RR e a BMW F 450 R, duas designações que colocam a nova família F 450 no centro das atenções da apresentação. A marca confirmou ainda a estreia de uma terceira novidade, que permanece em segredo e que deverá alargar a oferta da BMW Motorrad para a próxima temporada. Para já, não foram divulgados detalhes técnicos ou informações adicionais sobre este modelo. Depois da conferência, os representantes dos meios de comunicação social poderão observar de perto os novos modelos e os restantes destaques do espaço da BMW Motorrad, com acesso para fotografias, filmagens e produção de conteúdos editoriais. A marca prevê também organizar atividades diárias no seu stand durante a EICMA 2026, dirigidas aos visitantes e aos entusiastas das duas... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/yamaha-xsr900-cores-2027/ Yamaha XSR900 recupera o rosa da YZF 750R e a XSR900 GP estreia o azul de Christian Sarron em 2027. Ambas mantêm o CP3 de 890 cc e 119 cv. A Yamaha XSR900 recupera o rosa da YZF 750R e a XSR900 GP estreia o azul de Christian Sarron nas versões de 2027, apresentadas a 13 e 14 de outubro. A XSR900 GP também tem uma versão de 35 kW para a carta A2 em Portugal, enquanto ambas partilham o CP3 de 890 cc e 119 cv. O essencialAmbas partilham o motor CP3 de 890 cc, com 119 cv às 10. 000 rpm. A XSR900 mantém a Midnight Black como alternativa à nova Neon White. Em Portugal, a XSR900 GP também tem uma versão para a carta A2, limitada a 35 kW. O rosa da YZF 750R e o azul de Christian Sarron regressam à Yamaha. As versões de 2027 da XSR900 e da XSR900 GP foram apresentadas a 13 e 14 de outubro, segundo a Motociclismo apurou. Ambas partilham o motor CP3, um tricilíndrico de 890 cc que debita 119 cv (87,5 kW) às 10. 000 rpm. A Yamaha enquadra estes modelos Sport Heritage numa história de mais de 7 décadas, entre referências à competição e tecnologia atual. Yamaha XSR900 recupera o rosa A nova decoração Neon White da XSR900 recupera as cores da YZF 750R de meados dos anos 90. Combina o quadro prateado com carenagens brancas, grafismos cor-de-rosa e detalhes azuis no depósito e nos painéis laterais, enquanto a Midnight Black se mantém na oferta. Segundo a Yamaha, a XSR900 também aponta o caminho futuro da marca. O estilo café racer conserva referências às motos de competição... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/kawasaki-kle500-se-smartride-2027-2/ A Kawasaki KLE500 SE Smartride, da gama de 2027, tem pneus sem câmara e embraiagem mecânica que dispensa a manete nos arranques e nas paragens. Anunciada a 15 de outubro, a Kawasaki KLE500 SE Smartride integra a gama de 2027 com uma embraiagem mecânica que dispensa a manete nos arranques e nas paragens. O essencialO sistema Smartride funciona mecanicamente, sem eletrónica. A SE Smartride tem pneus sem câmara e mantém a passagem de caixa convencional em andamento. A gama de 2027 pode receber os conjuntos Rally, Adventure Tourer e Top Case. Na Kawasaki KLE500 SE Smartride da gama de 2027, é possível arrancar e parar sem apertar a manete de embraiagem. Segundo a Kawasaki, a nova SE Smartride junta esse sistema a pneus sem câmara, numa gama que mantém as versões base e SE. O Smartride integra uma embraiagem centrífuga compacta num conjunto de embraiagem convencional, segundo a Motociclismo apurou no anúncio da marca. O mecanismo dispensa eletrónica e elimina a necessidade de dosear a embraiagem ao arrancar, reduzindo a utilização da manete no trânsito com paragens frequentes. Kawasaki KLE500 mantém caixa manual O mecanismo Smartride da Kawasaki KLE500 SE Smartride de 2027, numa imagem oficial. Em andamento, o condutor continua a poder mudar de velocidade da forma habitual, com a manete de embraiagem e o pedal da caixa. A Kawasaki distingue assim a assistência no arranque e na paragem do funcionamento convencional durante a condução. Apresentada um ano antes, a KLE500 mantém a inspiração nas motos de rali, com ecrã alto e depósito compacto. As tampas laterais e a secção traseira seguem as linhas das motos de motocross KX, numa silhueta estreita e fluida,... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/alpinestars-supertech-r7/ Alpinestars Supertech R7 é um capacete integral para 2027, com carcaça multicomposta e intercomunicador opcional. O Alpinestars Supertech R7 é o novo capacete integral da marca para 2027, pensado para a estrada e para utilizações ocasionais em circuito. O essencialO peso anunciado é de 1,39 kg no tamanho M. O interior de absorção de impactos tem 7 peças e 6 densidades. O intercomunicador A-Connect com Mesh 3. 0 é opcional. O Alpinestars Supertech R7 conserva o aspeto desportivo do R10, mas troca a prioridade à pista pelo uso diário. Segundo a Moto-Station, o integral previsto para o final de 2026 e para a gama de 2027 tem uma construção simplificada e um preço inferior ao do R10. O R7 foi pensado para cidade, estrada e saídas ocasionais em circuito, segundo a Motociclismo apurou. A publicação coloca-o entre alternativas como o Shoei NXR-2, o HJC RPHA 12 e o Scorpion Exo R1 Evo II. Alpinestars Supertech R7 por dentro Alpinestars S-R7 A-Core, da gama Supertech R7. A carcaça exterior combina resina epóxi pré-impregnada com camadas de fibra de carbono, aramida e fibra de vidro, de acordo com as características divulgadas. Há 3 tamanhos de carcaça para cobrir os tamanhos XS a XXL, além das homologações ECE 22. 06 e DOT. O interior de absorção de impactos, em poliestireno expandido (EPS), tem 7 peças e 6 densidades diferentes. A Alpinestars anuncia que o S-R7 supera em 80% a exigência da norma ECE 22. 06 relativa à aceleração rotacional máxima. A tecnologia Plasma procura reduzir o risco de fratura da clavícula quando esta recebe um impacto da borda... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/danilo-petrucci-worldsbk/ Danilo Petrucci despediu-se do WorldSBK em Jerez após 15 anos nos campeonatos do mundo. O italiano agradeceu à BMW e a quem o acompanhou. Danilo Petrucci despediu-se do Mundial de Superbike em Jerez, depois de 15 anos nos campeonatos do mundo, entre lágrimas e abraços. As equipas vieram despedir-se do italiano, que falou da carreira e deixou em aberto a possibilidade de voltar a correr. O essencialPetrucci recordou 15 anos de campeonatos do mundo e passagens oficiais por Ducati, KTM e BMW. O italiano reconheceu que não conseguiu extrair o melhor da BMW nesta temporada. Petrucci deixou aberta a possibilidade de voltar a correr. Danilo Petrucci começou a chorar antes de terminar a última volta em Jerez. Despediu-se do Mundial de Superbike numa passagem pela via das boxes marcada pelos abraços das outras equipas. Danilo Petrucci e os abraços Danilo Petrucci com a BMW M 1000 RR n. º 9, no WorldSBK em Jerez, em 2026. A despedida de Petrucci do WorldSBK aconteceu em Jerez, segundo a Motociclismo apurou. O italiano recordou 15 anos de campeonatos do mundo e a oportunidade de representar oficialmente Ducati, KTM e BMW. “Foi muito difícil atravessar toda a via das boxes, porque todas as equipas vieram abraçar-me”, contou o piloto. O percurso levou-o pelo MotoGP, pelo MotoAmerica e pelas Superbike, além da passagem pelas areias do Dakar. Na despedida, Petrucci falou de Mugello, Le Mans e Cremona, mas colocou o carinho das pessoas acima dos resultados. “Estou verdadeiramente feliz com aquilo que deixei nas pessoas. Foi a vitória mais bonita. ” O italiano comparou essa ligação ao público à de um cantor que consegue emocionar quem assiste aos... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/lambretta-j125/ A Lambretta J125 prepara-se para suceder à V-Special com um motor de 13,1 cv, ABS de 2 canais e instrumentação TFT. Ainda não se sabe se a nova scooter chega a Portugal. A Lambretta J125 prepara a sucessão da V-Special 125 com um motor de 13,1 cv e refrigeração líquida. A nova scooter de 125 cc traz ainda ABS de 2 canais e equipamento moderno, mas ainda não se sabe se chega a Portugal. O essencialO motor de 4 válvulas anuncia 11,8 Nm às 7. 000 rpm. O depósito de 9 litros permite uma autonomia teórica próxima dos 360 km. A J125 tem 139 kg em ordem de marcha e assento a 790 mm. A Lambretta mantém as linhas angulosas, mas muda o que está debaixo da carroçaria. Segundo a MotorBox, a nova J125 prepara-se para suceder à V-Special 125 com outro motor, suspensão dianteira diferente e mais equipamento. Lambretta J125 com mais potência A Lambretta J125 vermelha, na galeria oficial da marca. A nova J125 recebe um monocilíndrico de 4 válvulas com refrigeração líquida e 13,1 cv às 9. 000 rpm, segundo a Motociclismo apurou. O binário anunciado é de 11,8 Nm às 7. 000 rpm, com o radiador integrado no conjunto oscilante. A MotorBox compara estes números com os 11,4 cv da V-Special e os 11 cv das Vespa Primavera e Sprint refrigeradas a ar. Para a J125, indica uma velocidade máxima de 99 km/h e um consumo médio declarado de 2,5 l/100 km. Com um depósito de 9 litros, a autonomia teórica aproxima-se dos 360 km. A forquilha dá lugar aos braços A J125 conserva o quadro monocoque em aço e as formas mais vincadas que distinguem a Lambretta... - Published: 2026-10-19 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/kawasaki-versys-900-2027-2/ A Kawasaki Versys 900 de 2027 estreia motor de 122 cv e pacote ARAS na Europa, com cruise control adaptativo, aviso frontal e deteção de ângulo morto. A Kawasaki Versys 900 de 2027 foi apresentada na Europa a 13 de outubro, com um motor de 948 cc e 122 cv. É a primeira da família com o pacote ARAS, que inclui cruise control adaptativo, aviso de colisão frontal e deteção de ângulo morto. O essencialO motor de 948 cc deriva da família Z e entrega 97,3 Nm às 8. 000 rpm. O assento regula-se entre 825 e 845 mm e o ecrã tem 7 posições. A SE inclui punhos aquecidos, faróis de nevoeiro LED e descanso central. A Kawasaki apresenta-a como a Versys mais desportiva de sempre. Segundo a marca, a Versys 900 de 2027 recebe um motor de 4 cilindros em linha, derivado da família Z, com 948 cc e 122 cv às 9. 500 rpm. O binário máximo é de 97,3 Nm às 8. 000 rpm. A Versys 900 é a primeira da família com sistemas avançados de assistência ao condutor, designados ARAS, segundo a Motociclismo apurou no anúncio europeu da Kawasaki. O pacote reúne cruise control adaptativo ACC Lite, aviso de colisão frontal, deteção de ângulo morto e sinalização de travagem de emergência. A marca explica que esta última ajuda a reduzir o risco de colisões por trás. Kawasaki Versys 900 por dentro O motor de quatro cilindros da Kawasaki Versys 900 SE de 2027. Para acompanhar o motor, a Kawasaki desenvolveu um novo quadro multitubular, com uma distribuição de pesos próxima dos 50% em cada eixo. Segundo o fabricante, o quadro procura equilibrar... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/bulega-motogp-ktm-2027/ Bulega no MotoGP podia ter escolhido a KTM para 2027, mas preferiu continuar ligado à Ducati e vai correr pela VR46 ao lado de Fermín Aldeguer. Bulega no MotoGP em 2027 podia ter corrido pela KTM. O piloto revelou que essa foi provavelmente a opção mais concreta antes de escolher a Ducati da VR46. O essencialBulega disse que a KTM foi provavelmente a opção mais concreta para 2027. A Aprilia também foi uma possibilidade, embora mais limitada. Bulega vai juntar-se a Fermín Aldeguer na VR46 em 2027. Antes da VR46, a KTM esteve nas contas de Nicolò Bulega para 2027. Segundo a Crash. net, o piloto disse que a possibilidade de se juntar à marca existiu e foi provavelmente a opção mais concreta. Bulega vai juntar-se a Fermín Aldeguer na VR46 em 2027, segundo a Motociclismo apurou. A preferência por continuar ligado à Ducati acabou por prevalecer, e o piloto regressa à equipa de Valentino Rossi, pela qual correu em Moto2 em 2019. Bulega no MotoGP em 2027 Em declarações à GPOne reproduzidas pela Crash. net, Bulega explicou que teve de esperar pelas decisões dos pilotos que estavam no centro do mercado. “The possibility of joining KTM was there, and it was probably the most concrete. ”, disse o piloto. O campeão mundial de Superbike acrescentou que o seu empresário se tinha reunido com alguns responsáveis da KTM. A Aprilia também foi uma possibilidade, embora mais limitada, segundo Bulega. A Crash. net recorda que o italiano tinha sido apontado à Trackhouse e que, numa fase das negociações, parecia poder ficar sem lugar nas equipas Ducati. A preferência pela Ducati Bulega explicou que continuar com a Ducati... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/panigale-v4-r-prata-imola-1972/ A Panigale V4 R recebe decoração prateada inspirada na 750 Imola Desmo e recorda a dobradinha de Paul Smart e Bruno Spaggiari nas 200 Milhas de Imola de 1972. A Panigale V4 R recebeu uma decoração prateada inspirada na 750 Imola Desmo, anunciou a Ducati a 18 de outubro. A homenagem recorda a dobradinha de Paul Smart e Bruno Spaggiari nas 200 Milhas de Imola de 1972. O essencialA decoração da Panigale V4 R é prateada e inspira-se na 750 Imola Desmo. A Ducati apresentou a decoração a 18 de outubro. A homenagem recorda a dobradinha de Paul Smart e Bruno Spaggiari nas 200 Milhas de Imola de 1972. O prata desta Ducati tem uma referência nas pistas. A publicação oficial da Ducati apresenta a decoração da Panigale V4 R como inspirada na 750 Imola Desmo, segundo a Motociclismo apurou. Panigale V4 R em prata A decoração presta homenagem a Paul Smart e Bruno Spaggiari, que conseguiram uma dobradinha histórica nas 200 Milhas de Imola de 1972, recorda a marca. Leia tambémA Ducati Panigale V4 SP 2027 deverá de ficar entre a V4 S e a V4 R com mais equipamento de pistaPanigale V4 R em destaque no Ducati DRE Racetrack: Dois dias dedicados a tornar-se um piloto melhor com uma das motos mais entusiasmantesDucati Multistrada V4 Pikes Peak 2027 reforça ADN desportivo com jantes de 17 polegadas e 170 cv Perguntas e respostasDucati Panigale V4 R veste prata para recordar Imola 1972? A decoração inspira-se na 750 Imola Desmo. A homenagem recorda a dobradinha de Paul Smart e Bruno Spaggiari nas 200 Milhas de Imola de 1972. Que resultado histórico recorda esta decoração? A decoração recorda a dobradinha... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/honda-gold-wing-motor-boxer/ Honda Gold Wing combina um boxer de 1.833 cc e 6 cilindros com centro de gravidade baixo, caixas manual ou DCT e uma longa evolução na sua história. A Honda Gold Wing usa um motor boxer de 1. 833 cc e 6 cilindros opostos, a maior cilindrada entre as motos da Honda. A posição baixa dos cilindros aproxima o centro de gravidade do chão e distingue esta turística das superbikes de 1. 000 cc. O essencialO boxer de 6 cilindros debita cerca de 127 cv e 176 Nm. O motor funciona como elemento resistente do quadro de dupla trave em alumínio. A geração atual oferece caixa manual de 6 velocidades ou DCT de 7 velocidades. As motos de 1. 000 cc ficam longe do topo da cilindrada na Honda. Segundo a HotCars, esse lugar pertence à Gold Wing, cuja vocação turística assenta num boxer de 1. 833 cc com refrigeração líquida. O boxer de 6 cilindros horizontalmente opostos da Gold Wing, segundo a Motociclismo apurou, privilegia a entrega de binário a baixa rotação e a suavidade. A HotCars aponta cerca de 127 cv (93 kW) e 176 Nm, com transmissão final por veio. Honda Gold Wing e o boxer Honda GL1800 Gold Wing de 2025, noutra fotografia oficial da mesma galeria. A posição dos cilindros é tão importante como a capacidade do motor. De acordo com a HotCars, a disposição horizontal coloca o peso mais perto do chão e favorece o equilíbrio a baixa velocidade. O boxer Unicam, com 1 árvore de cames por cabeça, também funciona como elemento resistente do quadro de dupla trave em alumínio. A HotCars atribui a esta integração parte da estabilidade em autoestrada... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/energica-regressa/ Energica regressa com prioridade às peças e prevê retomar 4 modelos. A marca anuncia encontros em São Francisco, a 28 de outubro, e Milão, a 4 de novembro. A Energica regressa e prevê retomar a produção de 4 modelos, a Ego, a Eva Ribelle, a EsseEsse9 e a Experia. A marca assinala esta nova fase com encontros em São Francisco, a 28 de outubro, e em Milão, a 4 de novembro. O essencialA Energica coloca o fornecimento de peças e a assistência às motos existentes no início do plano de recuperação. Investidores de Singapura adquiriram a marca no verão de 2025, mas a sua identidade não foi divulgada publicamente. Os encontros estão marcados para 28 de outubro em São Francisco e 4 de novembro em Milão. A Energica volta a apresentar-se ao público 2 anos depois de entrar em insolvência. A marca confirmou o regresso, segundo a Motociclismo apurou na informação publicada pela Motorcycles. News, com encontros em São Francisco e Milão. O plano prevê recuperar primeiro o fornecimento de peças e depois retomar a produção. A Ego, a Eva Ribelle, a EsseEsse9 e a Experia são os 4 modelos apontados nesta fase. Energica regressa com apoio prioritário A assistência às motos existentes é a prioridade declarada pela Energica. Na Bélgica e nos Países Baixos, o parceiro regional Future Mobility apoia o fornecimento de peças e os serviços de assistência. Na primavera de 2026, a marca pediu aos proprietários que retomassem o contacto com os concessionários. A reconstrução da rede comercial é outra tarefa desta recuperação. A Motorcycles. News explica que os contratos da antiga empresa perderam validade jurídica com a liquidação e que vários antigos concessionários ainda... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/miguel-oliveira-superpole-race-jerez/ Miguel Oliveira terminou a Superpole Race de Jerez em 11.º, a 266 milésimos do top 10. Nicolò Bulega venceu, à frente de Iker Lecuona e Alex Lowes. Miguel Oliveira terminou a Superpole Race de Jerez em 11. º, a 266 milésimos de segundo do top 10. O piloto português da BMW ficou a 15,714 segundos do vencedor, Nicolò Bulega. O essencialMiguel Oliveira terminou em 11. º, a 266 milésimos do top 10. Oliveira completou as 10 voltas e terminou a 15,714 segundos de Nicolò Bulega. Iker Lecuona e Alex Lowes completaram o pódio. Faltaram 266 milésimos de segundo para Miguel Oliveira entrar no top 10 em Jerez. O português terminou em 11. º na Superpole Race do Mundial de Superbike (WorldSBK), disputada no circuito espanhol. Aos comandos da BMW, Oliveira completou as 10 voltas e terminou a 15,714 segundos do vencedor, Nicolò Bulega, conforme apurou a Motociclismo. Imediatamente à sua frente ficou Tommy Bridewell, no 10. º lugar. Miguel Oliveira em Jerez Miguel Oliveira e a BMW M 1000 RR #88, em Jerez. A melhor volta de Oliveira foi de 1 min 39,781 s. A prova curta deu ao português mais uma oportunidade para recolher informação sobre o comportamento da BMW e trabalhar na afinação para a corrida principal. Na frente, Nicolò Bulega venceu com uma vantagem de 0,797 segundos sobre Iker Lecuona. Alex Lowes completou o pódio da Superpole Race, a 4,740 segundos do vencedor. Leia tambémMiguel Oliveira espera uma BMW mais perto da Ducati em 2027WorldSBK Jerez, Oliveira a 1 ponto do top 10 na última rondaNa Superpole do Estoril, Bulega bate recorde e Oliveira é quinto Perguntas e respostasMiguel Oliveira fica a 266 milésimos... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/brad-binder-bmw-worldsbk-2027/ Gonschor confia em Binder no WorldSBK e vê na experiência com Michelin uma possível ajuda, sem equiparar os pneus de MotoGP e Superbike. Chris Gonschor, responsável pelo projeto BMW, acredita que Brad Binder será rápido no WorldSBK. Para Gonschor, a experiência de Binder e Miguel Oliveira com Michelin poderá ajudar na adaptação, mas os pneus de MotoGP e WorldSBK não são diretamente comparáveis. O essencialBinder e Miguel Oliveira já conhecem o comportamento dos pneus Michelin, diz Gonschor. Chris Gonschor acredita que Binder será rápido. Gonschor considera que a experiência de Binder e Oliveira com pneus Michelin poderá ajudar na adaptação, mas diz que os pneus dos dois campeonatos não são diretamente comparáveis. Brad Binder na BMW Não é Brad Binder; mostra Miguel Oliveira #88 (POR) e Danilo Petrucci #9 (ITA) com a BMW M 1000 RR, em Jerez, em 2026. Em entrevista à GPOne, Chris Gonschor, responsável pelo projeto BMW, disse estar seguro de que Brad Binder será rápido no WorldSBK. Segundo a Motociclismo apurou, Gonschor considera que a experiência de Binder e Miguel Oliveira com pneus Michelin poderá ajudar na adaptação. O responsável ressalva que os pneus de MotoGP e WorldSBK não são diretamente comparáveis. A familiaridade com a marca não significa, por si só, que os pneus tenham o mesmo comportamento. Leia tambémWorldSBK 2027, 17 pilotos confirmados e Oliveira com Binder na BMWMiguel Oliveira espera uma BMW mais perto da Ducati em 2027Até onde pode subir Miguel Oliveira na última ronda? Fotografia: sala de imprensa da marca, https://mediapool. bmwgroup. com/download/edown/pressclub/publicq? dokNo=P90661523&attachment=1&actEvent=image - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/6days-portugal-italia-trofeus-verona/ 6DAYS Portugal terminou em Sines com a Itália campeã dos troféus principal e júnior, Andrea Verona vencedor absoluto e os Estados Unidos recordistas no feminino. Na 100. ª edição dos 6DAYS Portugal, encerrada a 17 de outubro em Sines, a Itália revalidou os títulos World Trophy e Junior World Trophy. Andrea Verona venceu a geral individual e os Estados Unidos somaram a 7. ª vitória feminina. O essencialA França terminou em 2. º no World Trophy, à frente da Suécia. Os Estados Unidos conquistaram a 7. ª vitória no troféu feminino. Brad Freeman venceu a classe Enduro3 por apenas 0,4 segundos. A Itália voltou a celebrar a dobrar, desta vez na praia de Sines. A seleção italiana revalidou os títulos principal e júnior na 100. ª edição dos 6DAYS, encerrada com a Final Cross Test na Praia Vasco da Gama, segundo a organização dos 6DAYS, conforme a Motociclismo confirmou. Dobradinha nos 6DAYS Portugal Andrea Verona (KTM), Morgan Lesiardo (Triumph), Samuele Bernardini (Honda) e Matteo Cavallo (TM MOTO) garantiram o World Trophy pelo 2. º ano consecutivo. A França terminou em 2. º, seguida da Suécia, que resistiu aos Estados Unidos por 24 segundos. Espanha completou os 5 primeiros lugares. A Itália também defendeu o Junior World Trophy, com Alberto Elgari (TM MOTO), Manuel Verzeroli (TM MOTO) e Kevin Cristino (Husqvarna). Cristino deslocou o ombro no primeiro dia e Verzeroli magoou um braço, mas ambos continuaram. Os Estados Unidos ficaram em 2. º, a 3 minutos e 49 segundos, à frente de Espanha, Austrália e República Checa. Americanas batem o recorde Os Estados Unidos conquistaram a 7. ª vitória no MOTOREX Women’s World Trophy, desfazendo o... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/ducati-superleggera-v4-centenario/ A Superleggera V4 Centenario tem 228 cv na configuração de estrada e chega aos 247 cv com preparação de circuito. Conheça os travões carbocerâmicos e a construção em carbono. A Ducati Superleggera V4 Centenario tem 228 cv na configuração de estrada e chega aos 247 cv com a preparação de circuito. A série do centenário combina construção em carbono com travões carbocerâmicos homologados para estrada, numa produção de 500 unidades e mais 100 Tricolore. O essencialO peso em ordem de marcha, sem combustível, é de 173 kg na configuração de estrada. O escape de competição Akrapovič e o óleo Ducati Corse Performance permitem atingir 247 cv. Às 500 unidades numeradas somam-se 100 unidades da versão Tricolore. A Ducati Superleggera V4 Centenario leva travões carbocerâmicos e uma forquilha de carbono para a estrada. Apresentada em março pela Ducati, tem 228 cv e pesa 173 kg em ordem de marcha, sem combustível. A marca apresenta ambas as soluções como estreias mundiais numa moto homologada para estrada. Na configuração de circuito, a Motociclismo apurou, com base na informação da Ducati, que o escape Akrapovič e o óleo Ducati Corse Performance permitem atingir 247 cv. Com o kit de competição incluído, o peso sem combustível desce para 167 kg, numa relação anunciada de 1,48 cv/kg. Superleggera V4 Centenario em números A produção compreende 500 unidades numeradas, às quais acrescem 100 Tricolore, numa homenagem ao centenário da Ducati. Baseada na 7. ª geração da Superbike da marca, sucede às 1199 Superleggera de 2013, 1299 Superleggera de 2016 e V4 Superleggera de 2020. A primeira usava magnésio no quadro, braço oscilante e jantes; a 1299 introduziu a estrutura integral em carbono. O Desmosedici Stradale R... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/a-ktm-790-duke-2027-perdeu-2-kg-e-estreia-travoes-radiais-wp/ A KTM 790 DUKE recebe uma das atualizações mais profundas desde o lançamento do modelo. Na versão de 2027, a naked austríaca combina um novo sistema de travagem radial desenvolvido pela WP, pneus Pirelli Diablo Rosso IV e uma posição de condução revista com uma redução de 2 kg no peso. O motor bicilíndrico de 799 cc mantém-se, com 95 cv (70 kW), mas a marca concentrou as mudanças no controlo da moto e na ligação entre o condutor e a frente. A novidade mais relevante está nos travões. A KTM passa a utilizar um sistema WP desenvolvido integralmente pela própria empresa, com dois discos flutuantes de 300 mm à frente e pinças radiais de quatro pistões, complementados por um disco traseiro de 240 mm e uma pinça de um pistão. Segundo a marca, o conjunto oferece maior capacidade de travagem com menos esforço na manete e uma resposta mais progressiva, sem uma mordida inicial demasiado brusca. Na prática, o objetivo é facilitar a dosagem da força de travagem e dar ao condutor mais informação sobre o que acontece à frente, sobretudo quando o ritmo aumenta. A eficácia real destas melhorias terá, contudo, de ser confirmada num ensaio em estrada. Imagem: KTM A ergonomia também foi revista para tornar a posição mais natural sem abandonar o carácter desportivo da 790 DUKE. O guiador tem um formato diferente e um ângulo mais aberto, enquanto os pousa-pés foram reposicionados: estão 2 mm mais atrás e 7 mm mais acima. O banco foi... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/royal-enfield-classic-650-celebra-125-anos-com-edicao-limitada-a-125-unidades-por-regiao/ A Royal Enfield assinala o seu 125. º aniversário com uma edição especial da Classic 650 que combina elementos históricos da marca com uma decoração de inspiração moderna. A 125th Anniversary Edition Hypershift Classic 650 mantém o depósito em forma de gota e o farol integrado numa nacela, características visuais do modelo, mas acrescenta um acabamento Hypershift que distingue esta versão comemorativa. Fundada em 1901, a marca tem celebrado o aniversário ao longo de 2026. A nova edição procura estabelecer uma ligação entre o legado das primeiras motos da Royal Enfield e uma linguagem estética contemporânea. Segundo a fabricante, o acabamento foi concebido para combinar tradição e modernidade, condensando 125 anos de história numa versão especial da Classic 650. Imagens: Visordown A exclusividade é uma das principais características desta edição: serão produzidas apenas 125 unidades por região-chave a nível mundial. A edição comemorativa posiciona-se, assim, acima das versões regulares da Classic 650, apostando sobretudo na decoração específica e na produção limitada para assinalar a data histórica. A Royal Enfield não anuncia, no texto divulgado, alterações mecânicas face ao modelo de base, pelo que o destaque desta Hypershift está na identidade visual e na exclusividade associada ao 125. º aniversário. No site da Royal Enfield não parece haver para já informação em concreto sobre o mercado português e se em Portugal irá chegar alguma unidade, no entanto é de crer que sim já que na página do produto existe a possibilidade de marcar um test-ride. Imagens: Royal Enfield - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/suzuki-gsx-r750-2027/ A Suzuki GSX-R750 mantém a mecânica em 2027 e recebe novas cores. Saiba o que muda na versão base e quanto custa nos Estados Unidos. A Suzuki GSX-R750 mantém para 2027 a geração apresentada em 2011, com novas cores e um preço mais alto nos Estados Unidos. O motor de 750 cc e a ausência de ABS e controlo de tração continuam a definir esta desportiva. O essencialO motor de 750 cc mantém a caixa de 6 velocidades e a embraiagem deslizante. A versão base recebe novas cores e a edição comemorativa mantém a decoração. Nos Estados Unidos, o preço base equivale a cerca de 12 040 euros. Na Suzuki GSX-R750, 2027 ainda tem muito de 2011. Segundo a TopSpeed, a desportiva mantém a mecânica, recebe novas cores na versão base e fica mais cara nos Estados Unidos. A GSX-R750Z 40th Anniversary Edition conserva a decoração. A geração atual da GSX-R750 permanece praticamente inalterada há 15 anos, segundo a Motociclismo apurou. A TopSpeed contabiliza 6 mudanças de geração desde a estreia, com a última em 2011. Para 2027, mantém-se também a ausência de sistema antibloqueio de travagem (ABS) e controlo de tração. Suzuki GSX-R750 desde 1985 A Suzuki apresentou a primeira GSX-R750 em 1985 com o lema “A legend now begins. ” A TopSpeed recorda a relação peso-potência, as soluções próximas da competição e o preço acessível como argumentos daquela moto, frequentemente considerada a primeira verdadeira réplica de competição produzida em grande série. Segundo a descrição da Suzuki reproduzida pela publicação, a GSX-R750 combina a força de uma moto de maior cilindrada com a agilidade de uma supersport de 600 cc. É essa combinação que... - Published: 2026-10-18 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/miguel-oliveira-bmw-ducati-worldsbk-2027/ Miguel Oliveira espera que a BMW reduza a diferença para a Ducati no WorldSBK de 2027, numa declaração atribuída à Motosprint pelo MotoGP News. Miguel Oliveira espera que os progressos da BMW ajudem a reduzir a diferença para a Ducati no WorldSBK de 2027, segundo o [MotoGP News](https://www. motogpnews. com/2026/10/17/miguel-oliveira-suggests-bmws-steps-can-move-brad-binders-debut-world-superbike-closer-to-ducati), que atribui a declaração à Motosprint. O piloto ressalva que as mudanças nos travões e nos pneus dificultam as previsões. O essencialSegundo o MotoGP News, Miguel Oliveira espera que os progressos da BMW reduzam a diferença para a Ducati no WorldSBK de 2027. Segundo a Motociclismo apurou, o MotoGP News reproduz declarações de Miguel Oliveira atribuídas à Motosprint. O piloto espera que os progressos da BMW ajudem a reduzir a diferença para a Ducati no WorldSBK de 2027. Miguel Oliveira Miguel Oliveira na BMW M 1000 RR #88 da equipa ROKiT BMW Motorrad WorldSBK, em Jerez, em outubro de 2026. Oliveira ressalva que as mudanças nos travões e nos pneus tornam muito difícil fazer previsões. Na declaração reproduzida, o piloto afirma que “cada passo que demos na moto pode ajudar-nos a reduzir a diferença que nos separa da Ducati em 2027”. Leia tambémBMW de Miguel Oliveira estreia braço oscilante ao estilo da DucatiNicolò Bulega lidera FP1 em Magny-Cours com domínio da Ducati no top 3, Miguel Oliveira não foi além do 16º tempoÁlex Márquez vê Ducati cada vez mais perto da Aprilia: «A diferença é muito menor» Perguntas e respostasMiguel Oliveira quer a BMW mais perto da Ducati em 2027? Sim. Na declaração atribuída à Motosprint e reproduzida pelo MotoGP News, Oliveira espera que os progressos da BMW ajudem a reduzir a diferença para... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/bimota-tesi-h2-direcao-hub-center/ A Bimota Tesi H2 debita 242 cv com o ram-air pressurizado e usa direção no cubo e suspensão dianteira por braço oscilante. Saiba como funciona esta superbike italiana. A Bimota Tesi H2 combina o motor sobrealimentado de 998 cc da Kawasaki Ninja H2 com direção no cubo e uma frente sem forquilha telescópica. Apresentada na EICMA em novembro de 2019, começou a vender-se na Europa a 1 de outubro de 2020, por 64 000 euros. O essencialO motor Kawasaki de 998 cc debita 231 cv, ou 242 cv com o ram-air pressurizado. Os 2 amortecedores Öhlins TTX ficam atrás do motor, lado a lado. A Bimota começou a vender a Tesi H2 na Europa em 2020, por 64 000 euros. A Tesi H2 troca a forquilha telescópica por um sistema de direção no cubo. Segundo a BikeBound, esta superdesportiva combina o motor sobrealimentado da Kawasaki Ninja H2 com uma frente de arquitetura invulgar. A roda dianteira apoia-se num braço oscilante e vira através de um eixo no cubo, ligado mecanicamente ao guiador, segundo a Motociclismo apurou. A Bimota identifica o sistema hub-center como parte do chassis; a suspensão usa 2 amortecedores Öhlins TTX, montados atrás do motor, lado a lado. Bimota Tesi H2 por dentro Bimota Tesi H2, fotografia oficial da galeria da marca. A ficha técnica reproduzida pela BikeBound indica 231 cv às 11. 500 rpm, ou 242 cv com o ram-air pressurizado. O tetracilíndrico de 998 cc debita 141 Nm às 11. 000 rpm e utiliza um compressor centrífugo acionado pela cambota, em vez de um turbocompressor movido pelos gases de escape. O motor tem refrigeração líquida, dupla árvore de cames, diâmetro e curso de 76... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/benda-com-compressor/ Benda com compressor surge numa patente com uma unidade centrífuga à frente do motor, acionada pela cambota. A Benda com compressor surge numa patente descrita pela inSella a 17 de outubro, com uma unidade centrífuga integrada na parte dianteira do motor. Uma engrenagem ligada à cambota aciona o sistema, mas o corte do motor não permite determinar o número de cilindros. O essencialUma engrenagem ligada à cambota aciona o compressor centrífugo da Benda. O corte do motor admite uma configuração bicilíndrica em V ou V4. A Benda anunciou a VTR300 Turbo em 2021, mas a moto nunca chegou aos concessionários. O compressor centrífugo da Benda fica numa posição diferente da usada na Kawasaki H2. Segundo a inSella, os desenhos mostram um motor em V, com distribuição à cabeça, e um compressor integrado no cárter. O compressor é acionado por uma engrenagem ligada à cambota, segundo a Motociclismo apurou na descrição das patentes publicada pela inSella. A engrenagem fica numa extensão fundida dos cárteres, que também serve de suporte ao compressor. Benda com compressor Na Kawasaki H2, o compressor fica sobre a caixa de velocidades, atrás dos cilindros, explica a inSella. A Benda coloca-o numa posição baixa e dianteira, mas recorre ao mesmo tipo de compressor centrífugo. O desenho mostra apenas um corte do motor, compatível tanto com um bicilíndrico em V como com um V4, segundo a publicação. Por isso, as patentes não permitem determinar o número de cilindros. A VTR300 já apontava o caminho A sobrealimentação já fazia parte dos planos da Benda em janeiro de 2021, quando anunciou a VTR300 Turbo. A pequena desportiva teria... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/kove-650rr-china/ A KOVE 650RR foi lançada na China com cerca de 124 cv, radar de ângulo morto e preço equivalente a 4 500 euros. A venda na Europa continua por confirmar. A KOVE 650RR foi lançada na China com cerca de 124 cv e um preço equivalente a aproximadamente 4 500 euros. A superdesportiva de 4 cilindros inclui radar de ângulo morto e aponta às Kawasaki Ninja ZX-6R e Honda CBR600RR. O essencialO motor de 645 cc anuncia 69 Nm às 11. 000 rpm. A 650RR pesa 188 kg em ordem de marcha e tem ABS em curva da Bosch. A Founder Edition está limitada a 777 exemplares. A KOVE 650RR entra na disputa com as japonesas com o preço como argumento forte. Segundo a Motor. nl, a versão de produção foi lançada na China por cerca de 4 500 euros, em valor convertido. A oferta inclui uma Founder Edition limitada a 777 exemplares. O motor da 650RR, segundo a Motociclismo apurou, é um tetracilíndrico em linha de 645 cc, com refrigeração líquida, dupla árvore de cames à cabeça e 16 válvulas. Os valores publicados são de cerca de 124 cv às 13. 000 rpm e 69 Nm às 11. 000 rpm. KOVE 650RR aponta às japonesas A Motor. nl coloca a Kawasaki Ninja ZX-6R e a Honda CBR600RR entre as rivais da nova KOVE. Com 188 kg em ordem de marcha, a 650RR pesa, no papel, menos 5 a 10 kg do que essas concorrentes, segundo a mesma fonte. A KOVE anuncia uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 3,4 segundos e uma velocidade máxima de 260 km/h. A Motor. nl ressalva que estas prestações ainda não foram confirmadas... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/rev-1-a-hidrogenio-612-cv/ A REV-1 a hidrogénio é um estudo digital de Lennart Baramsky, com 450 kW (612 cv) estimados e propulsão elétrica imaginada, inspirado na BMW R 7 de 1934. A REV-1 a hidrogénio é um estudo digital com potência estimada de 450 kW (612 cv). Criado por Lennart Baramsky, designer da BMW Group Designworks, o projeto está fora dos programas oficiais de produção. O essencialLennart Baramsky desenvolveu o estudo fora dos projetos oficiais de produção da BMW. O sistema Hydrogen Core imaginado combina uma pilha de combustível com um motor elétrico. A carenagem em alumínio inspira-se na BMW R 7 de 1934. Os 450 kW (612 cv) da REV-1 existem, para já, apenas no desenho. Segundo a MotorBox, Lennart Baramsky imaginou uma moto a hidrogénio que permanece exclusivamente um estudo digital. O designer da BMW Group Designworks desenvolveu este exercício fora dos projetos oficiais de produção. O sistema Hydrogen Core, segundo a Motociclismo apurou, combina uma pilha de combustível a hidrogénio com um motor elétrico; os 450 kW (612 cv) são uma estimativa para este conceito virtual. REV-1 a hidrogénio com herança A referência estética vem da BMW R 7 de 1934. Esse protótipo não passou da fase de estudo devido à excessiva complexidade de construção. Na REV-1, a inspiração traduz-se numa carenagem contínua em alumínio, sem junções aparentes, que envolve toda a estrutura nas imagens digitais. A suspensão dianteira inclui direção no cubo da roda e um sistema próprio de articulações. A traseira segue o caminho oposto, com formas minimalistas e o assento traseiro em destaque. A MotorBox distingue este exercício dos protótipos funcionais a hidrogénio, como a Kawasaki HySE, que experimenta a combustão direta num motor sobrealimentado... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/dainese-smart-go-airbag-para-moto-pesa-780-gramas-e-custa-349-euros/ A Dainese apresenta o Smart GO, um airbag eletrónico concebido para tornar a proteção em moto mais leve, simples de utilizar e acessível. Com um peso declarado de apenas 780 gramas, certificação de nível 2 para o tórax e as costas e um preço de 349 euros, o novo equipamento procura reduzir algumas das barreiras que ainda afastam muitos condutores dos sistemas de proteção por airbag. Apesar dos avanços tecnológicos registados ao longo das últimas décadas, a utilização de airbags continua a representar um compromisso para muitos motociclistas, devido ao peso, ao volume, ao calor, à complexidade de utilização ou ao preço. A Dainese afirma ter desenvolvido o Smart GO de raiz para responder a estes obstáculos, com uma construção mais leve e ventilada, pensada para uma utilização quotidiana. O peso de 780 gramas é um dos principais argumentos do novo modelo. O equipamento tem tamanho único ajustável e pode ser usado por cima ou por baixo de blusões de moto, bem como de casacos de uso casual. A marca destaca ainda a liberdade de movimentos e a ventilação, características particularmente relevantes durante as deslocações urbanas e nos dias mais quentes. Outra das novidades está na alimentação elétrica. Segundo a Dainese, o Smart GO não precisa de ser recarregado da forma habitual: pode receber energia de um smartphone compatível com USB-C e tecnologia OTG ou utilizar uma power bank específica, que proporciona até 72 horas de autonomia. A bateria externa dedicada é comercializada separadamente por 39 euros. A proteção é... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/zero-ds-com-recorde-do-guinness-apos-percorrer-4365km-com-uma-so-carga/ A Zero Motorcycles voltou a entrar no Guinness World Records com uma marca que supera em mais de 125 km o anterior recorde de distância percorrida por uma moto elétrica com uma única carga. A protagonista foi uma Zero DS de série, equipada com um acessório opcional para aumentar a capacidade da bateria, numa viagem entre os Alpes e a costa mediterrânica. A tentativa foi conduzida por Jelle Verstaen, motociclista e entusiasta, num percurso que ligou a região alpina, junto à fronteira entre França e Itália, ao litoral mediterrânico. O itinerário incluiu estradas nacionais e secundárias, passagens de montanha, curvas sinuosas e travessias de localidades. Os últimos 100 km foram percorridos sob chuva intensa, acrescentando uma dificuldade extra à reta final. A distância total alcançada foi de 436,5 km, ultrapassando os anteriores 310,689 km em 125,8 km, uma melhoria superior a 40%. O percurso foi acompanhado por GPS e verificado de forma independente pelo Guinness World Records. A moto utilizada manteve a configuração de série, sem modificações, tendo apenas recebido o Power Tank, um acessório opcional disponibilizado pela marca. A Zero DS tem uma bateria de 15,6 kWh e uma autonomia urbana declarada de 249 km. Com os 3,6 kWh adicionais do Power Tank, a capacidade total sobe para 19,2 kWh. Os 436,5 km alcançados ficam, assim, muito acima da autonomia urbana anunciada. O resultado demonstra o potencial de uma moto elétrica para percorrer distâncias consideráveis quando a eficiência, o percurso e o estilo de condução são geridos de forma... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/som-da-honda-cb1000f/ O som da Honda CB1000F nasce de condutas de admissão diferentes e de um desfasamento de 17 graus na distribuição, afinados para criar uma pulsação própria. O som da Honda CB1000F nasce de condutas de admissão com 50 mm e 40 mm e de um desfasamento de 17 graus nos tempos das válvulas. A diferença face à Hornet mostra como a afinação acústica acompanha o carácter de cada moto. O essencialNa CB1000F, os canais de admissão têm 50 mm nos cilindros 1 e 2 e 40 mm nos cilindros 3 e 4. Um desfasamento de 17 graus nos tempos das válvulas contribui para criar a pulsação característica da CB1000F. Os controlos eletrónicos refinam a resposta ao acelerador e a entrega de binário, mas não fabricam o som. O som de uma Honda começa a ganhar forma muito antes de se montar o escape. Na CB750 Hornet, foram experimentadas quase 100 configurações para testar o som, conta Takatoshi Tatsumi, especialista da Honda em ruído, vibração e aspereza de funcionamento (NVH). A combustão está na origem da pulsação que distingue estes motores, explica Tatsumi. Segundo a Motociclismo apurou, a CB1000F e a Hornet distinguem-se também pelas especificações das árvores de cames. A CB1000F privilegia uma pulsação grave a baixas rotações, enquanto a Hornet procura uma subida de regime desportiva, com frequências mais altas. Como nasce o som da Honda Outra fotografia oficial da Honda CB1000F de 2026. Segundo Tatsumi, os especialistas de NVH participam desde a definição das especificações de um motor novo, incluindo o avanço da ignição e os tempos das válvulas. Fixadas as características da combustão, fica também delimitado o carácter sonoro possível. O escape pode... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/qjmotor-srk800rr-ensaio-motor-4-cilindros/ QJMotor SRK800RR combina 778 cc, cerca de 96 cv e equipamento Brembo e Marzocchi. O ensaio destaca um motor suave, mas sem aceleração devastadora. A QJMotor SRK800RR junta um motor de 4 cilindros de 778 cc a cerca de 96 cv e 214 kg. A avaliação destaca o motor suave e o equipamento da desportiva. O essencialO motor de 778 cc debita cerca de 96 cv e 75,1 Nm. A SRK800RR tem travões Brembo, suspensão Marzocchi e ABS Bosch. No Reino Unido, custa cerca de 8 650 euros, valor que não corresponde a um preço português. A QJMotor SRK800RR tem aspeto de desportiva, mas não exige os sacrifícios de uma supersport. Quem já a conduziu aproxima-a mais de uma Honda CBR650R com maior desempenho do que de uma Suzuki GSX-R750 moderna. A facilidade de condução e o equipamento são os seus argumentos mais fortes. A lista de série inclui quickshifter bidirecional, cruise control e monitorização da pressão dos pneus, segundo a Motociclismo apurou. Junta-lhes conectividade, tomada de 12 V e os modos Rain, Road e Sport. Uma unidade de medição inercial de 6 eixos permite ao ABS e ao controlo de tração Bosch considerar a inclinação da moto. QJMotor SRK800RR com 4 cilindros QJMotor SRK800RR, modelo de 2026, numa fotografia oficial da marca. A plataforma de 2026 estreia um tetracilíndrico em linha de 778 cc, com refrigeração líquida, 16 válvulas e dupla árvore de cames. O motor debita cerca de 96 cv e 75,1 Nm. Nos primeiros ensaios, o motor destacou-se pela resposta suave e pela facilidade em subir de rotação, mas não pela rapidez devastadora. Tem menos força nos médios regimes do que... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/cfmoto-v4sr-rr-patentes-motor-turbo/ Os 11 pedidos de patente da CFMOTO V4SR-RR revelam admissão variável, motor estrutural e uma possível versão turbo. Os 11 pedidos de patente da CFMOTO V4SR-RR, apresentados na China, revelam novas soluções para o motor V4. A análise detalha a admissão variável e uma possível versão turbo. O essencialA CFMOTO anuncia pelo menos 210 cv para o V4 de 997 cc, com limite de rotação de 14. 500 rpm. A admissão usa cornetas com secções móveis acionadas por um motor elétrico. As patentes referem uma possível versão turbo, que a MCN admite poder servir também um veículo de 4 rodas. O motor da CFMOTO V4SR-RR começa a mostrar o que esconde por dentro. Segundo a MCN, 11 novos pedidos de patente apresentados na China revelam soluções técnicas do V4 «V. 04». Entre os pormenores centrais estão a admissão de comprimento variável e referências explícitas a uma versão turbo, segundo a Motociclismo apurou na análise publicada. A MCN admite que esta última hipótese possa servir uma moto ou um veículo de 4 rodas. Um dos documentos citados pela MCN descreve alternativas para a saída dos gases de escape. A passagem diz “When the engine is turbocharged, the exhaust end communicates with a turbine mounted on the cylinder head. When the engine is naturally aspirated, the exhaust manifold is connected to discharge exhaust gas from engine through an exhaust manifold. ” CFMOTO V4SR-RR por dentro Segundo os dados da marca reproduzidos pela MCN, o V4 tem 997 cc e um ângulo de 90 graus entre bancadas. O diâmetro de 81 mm e o curso de 48,4 mm coincidem com a... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/nolan-n60-6-sport-2027-replica-oliveira/ Nolan N60-6 Sport recebe novas decorações para 2027, incluindo a Oliveira Réplica. Tem Pinlock e viseira solar UV400; preço desde 259,99 euros em Portugal. O Nolan N60-6 Sport recebe novas decorações para 2027, incluindo a Oliveira Réplica, inspirada no grafismo usado por Miguel Oliveira em competição. Em Portugal, o preço recomendado começa nos 259,99 euros, e o capacete inclui viseira solar interior e sistema Pinlock. O essencialA Oliveira Réplica é dedicada a Miguel Oliveira e inspira-se no grafismo usado pelo piloto em competição. O capacete inclui sistema Pinlock e viseira solar interior com proteção UV400. A gama começa nos 259,99 euros em Portugal, com tamanhos do XXS (54) ao XXXL (65). A coleção Nolan N60-6 Sport de 2027 acrescenta novas decorações, com destaque para a versão Oliveira Réplica. Esta decoração é dedicada a Miguel Oliveira e inspira-se no grafismo usado pelo piloto português em competição, segundo a Motociclismo apurou. A coleção inclui também a decoração Oscuro, para quem prefere um grafismo mais discreto. Nolan N60-6 Sport no dia a dia O Nolan N60-6 Sport Oliveira Réplica, noutra fotografia oficial da Nolan. O N60-6 Sport tem um spoiler traseiro de grandes dimensões, pensado para contribuir para a eficiência aerodinâmica, e um defletor na zona do queixo. Este último ajuda a limitar a entrada de ar pela parte inferior do capacete e a melhorar o conforto durante a condução. A viseira transparente de classe ótica 1 oferece um campo de visão alargado, enquanto o sistema Pinlock ajuda a prevenir o embaciamento. A viseira solar interior tem proteção UV400 e permite adaptar a utilização às diferentes condições de luminosidade. Conforto, tamanhos e preço O Nolan N60-6 Sport... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/superbike-em-jerez-oliveira-horarios/ Superbike em Jerez encerra a época de 16 a 18 de outubro. Miguel Oliveira está em 11.º e ainda pode subir ao 8.º; veja os horários em Portugal continental. A Superbike em Jerez fecha a temporada de 16 a 18 de outubro, com 3 corridas no programa. Na ronda final, em Espanha, Miguel Oliveira parte de 11. º no campeonato e ainda pode acabar em 8. º. O essencialMiguel Oliveira ocupa o 11. º lugar e ainda pode terminar o campeonato em 8. º. Nicolò Bulega já garantiu o título e a Ducati venceu todas as corridas disputadas em 2026. As corridas principais começam às 14h30 de sábado e domingo, pela hora de Portugal continental. Miguel Oliveira chega à última ronda com o top 10 ainda ao alcance. O piloto da BMW termina a temporada de estreia no Mundial de Superbike entre 16 e 18 de outubro, no Circuito de Jerez Ángel Nieto, em Espanha. O 8. º lugar é o melhor resultado final ainda possível para Miguel Oliveira, segundo a Motociclismo apurou, quando ocupa a 11. ª posição. A ronda espanhola decide, por isso, se consegue entrar nos 10 primeiros do campeonato. No Estoril, na semana passada, o português conseguiu 2 resultados em 4. º lugar e 1 em 8. º, numa das suas melhores etapas do ano. Mostrou potencial para regressar ao pódio, mas não conseguiu superar as Ducati. Jerez é outro traçado que conhece bem e onde poderá contar com apoio português, dada a proximidade geográfica. A Ducati pode fazer o pleno Só a Ducati venceu em 2026, e Nicolò Bulega já garantiu o título de pilotos. O italiano perdeu apenas 4 corridas até ao momento,... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/furion-taran-326-cv-2-rodas-motrizes/ A Furion Taran anuncia 240 kW (326 cv), tração às 2 rodas e 200 km de autonomia real; a marca abriu uma lista para receber novidades sobre as reservas da moto. A Furion Taran anuncia 240 kW (326 cv), tração às 2 rodas e 200 km de autonomia em utilização real. A marca francesa apresenta-a como série limitada. O essencialA arquitetura EVERSOR integra um motor de fluxo axial na roda dianteira. A Furion anuncia 230 kg de massa, incluindo a bateria de 20 kWh. Os 200 km de autonomia anunciados correspondem a utilização real, não a um ciclo de homologação. Na Furion Taran, a roda dianteira também serve para acelerar. A Furion apresenta esta superdesportiva elétrica francesa como a primeira moto com tecnologia EVERSOR, numa série limitada com 240 kW (326 cv). A arquitetura EVERSOR, segundo a Motociclismo apurou, integra um motor de fluxo axial na roda dianteira e um sistema de contrarrotação giroscópica controlada. De acordo com a marca, a propulsão reparte-se pelas 2 rodas, com gestão por software. Furion Taran em números A Furion Taran noutra perspetiva, numa imagem oficial da marca. A Furion anuncia 230 kg de massa, já com a bateria de 20 kWh incluída. O consumo indicado equivale a 10 kWh/100 km em utilização real, segundo os valores apresentados pelo fabricante. Os 200 km de autonomia também resultam, segundo a Furion, de uma medição em utilização real, não de um ciclo de homologação. A marca atribui à arquitetura EVERSOR a agilidade da moto e destaca o papel da roda dianteira na sua maneabilidade. Desenho com assinatura conhecida A Furion Taran de perfil, numa imagem oficial da marca. A forma da Taran nasceu de uma colaboração entre... - Published: 2026-10-17 - Modified: 2026-10-17 - URL: https://motociclismo.pt/xtracycle-swoop-asm-mudancas-automaticas/ A Xtracycle Swoop ASM é uma bicicleta de carga com mudanças automáticas, motor Shimano EP6 Cargo, bateria de 630 Wh e até 96 km de autonomia anunciada. A Xtracycle Swoop ASM, bicicleta elétrica de carga analisada num ensaio publicado a 15 de outubro, tem mudanças automáticas e bateria de 630 Wh. Nos Estados Unidos, o preço equivale a cerca de 4 000 euros; a transmissão reduz nas paragens e facilita os arranques com passageiros ou carga. O essencialA transmissão Shimano CUES Di2 tem 10 velocidades e permite seleção automática ou manual. A Xtracycle anuncia até 96 km de autonomia para a bateria de 630 Wh. O espigão telescópico permite baixar o assento nas paragens para apoiar os pés no chão. Uma bicicleta carregada não é o melhor sítio para descobrir que a mudança é demasiado alta. Na avaliação publicada a 15 de outubro, a transmissão automática da Xtracycle Swoop ASM destacou-se por reduzir nas paragens. A transmissão Shimano CUES Di2 tem 10 velocidades e, segundo a Motociclismo apurou, pode ficar em modo automático ou ser comandada pelos botões do guiador direito. O autor do ensaio relata que o sistema escolhe quando mudar sem contrariar a intenção de quem pedala. Xtracycle Swoop ASM por dentro A Xtracycle Swoop ASM, bicicleta elétrica de carga da versão ASM. A sigla ASM significa «Automatic Smile Machine», uma referência às mudanças automáticas. O motor central Shimano EP6 Cargo ajusta a assistência ao binário aplicado nos pedais, e o funcionamento foi descrito como natural. A bateria Shimano tem 630 Wh e a Xtracycle anuncia uma autonomia de até 96 km. Motor e bateria têm certificação UL. A bicicleta pode atingir 45 km/h; tem... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/ducati-collezione-100-edicoes-limitadas/ A Ducati Collezione 100 reúne 10 decorações inspiradas em motos icónicas da história da marca, em edições numeradas limitadas a 100 unidades cada. A Ducati Collezione 100 reúne 10 decorações limitadas a 100 unidades cada. Cada decoração inspira-se numa moto icónica da história da marca. O essencialA Ducati limitou cada uma das 10 edições numeradas a 100 unidades. A Panigale V2 S 100 e a Panigale V4 S 100 integram a coleção. DesertX, Multistrada, Diavel, XDiavel e Scrambler também têm modelos com a designação 100. O centenário da Ducati também se celebra com motos do presente. A Ducati apresenta no catálogo modelos com a designação 100. A coleção reúne 10 decorações em edições numeradas, limitadas a 100 unidades cada, segundo a Motociclismo apurou. Cada decoração inspira-se numa moto icónica da história da marca. As edições aplicam essas referências a modelos contemporâneos. Ducati Collezione 100 nas desportivas A Ducati Panigale V4 S 100, decoração prateada da Collezione 100. O catálogo da marca reúne 10 modelos com a designação 100. A lista atravessa as famílias desportivas, naked e de viagem da Ducati. Na família Panigale, o catálogo identifica a Panigale V2 S 100 e a Panigale V4 S 100. A Ducati indica pesos com líquidos, mas sem combustível, de 176 kg e 187 kg, respetivamente. A Streetfighter V4 S 100 surge com 189 kg nas mesmas condições de pesagem. A Monster 100 e a Hypermotard V2 SP 100 também figuram no catálogo, com 175 kg e 177 kg, respetivamente, sem combustível. Da DesertX à Scrambler A Ducati DesertX 100, com decoração inspirada na Pantah «Ice» de 1981. A lista inclui ainda a DesertX 100 e... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/trotinetas-partilhadas-lisboa-janeiro/ Trotinetas partilhadas em Lisboa podem desaparecer até janeiro de 2027. A proposta prevê 60 dias para os operadores as retirarem após notificação formal. A Câmara de Lisboa quer retirar as trotinetas partilhadas até ao final de janeiro de 2027. A proposta, ainda por aprovar, prevê uma suspensão definitiva e um prazo de 60 dias para os operadores removerem os equipamentos após a notificação formal. O essencialA proposta será apresentada numa reunião extraordinária de câmara em 21 de outubro. Se a proposta for aprovada, os operadores terão 60 dias para retirar os equipamentos após a notificação formal. A autarquia aponta os acidentes e a desordem no estacionamento como razões para a suspensão. A proposta é apresentada como uma suspensão definitiva, sem regresso previsto para as trotinetas partilhadas em Lisboa. A Câmara Municipal espera concluir a retirada até ao final de janeiro de 2027, segundo Gonçalo Reis, vice-presidente da autarquia. A proposta, segundo a Motociclismo apurou, prevê a resolução unilateral dos acordos de colaboração com os operadores por razões de interesse público. “É uma suspensão em que não prevemos o regresso das trotinetas”, afirma Gonçalo Reis. Como retirar as trotinetas partilhadas A autarquia vai apresentar a proposta numa reunião extraordinária de câmara marcada para 21 de outubro. O objetivo é proibir a circulação e o estacionamento destes equipamentos, com um prazo de 60 dias para a remoção após a notificação formal aos operadores. “Contamos que até ao final de janeiro já não haja trotinetas em Lisboa”, detalha o vice-presidente. Gonçalo Reis diz não temer a contestação dos operadores e anunciou que lhes comunicaria a decisão na manhã de sexta-feira. Segurança e estacionamento na origem A... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/kawasaki-versys-900-estreia-na-eicma-com-motor-de-quatro-cilindros-e-cruise-control-adaptativo/ A Kawasaki Versys 900 prepara-se para reforçar a oferta da marca no segmento crossover, com apresentação prevista na EICMA. A nova proposta combina o motor de quatro cilindros da Z900 com uma configuração orientada para as viagens, acrescentando tecnologias de assistência à condução que chegam pela primeira vez à família Versys. O motor debita 122 cv e 97,3 Nm de binário e está instalado num novo quadro em treliça. As jantes de 17 polegadas utilizam pneus Metzeler Roadtec 01, enquanto a eletrónica recorre a uma unidade de medição inercial (IMU) para gerir com maior precisão o controlo de tração e o ABS em curva. A Versys 900 disponibiliza dois mapas de motor e três modos de condução com parâmetros predefinidos, além de um modo User configurável. A principal novidade tecnológica está na introdução dos sistemas ARAS, que incluem cruise control adaptativo, aviso de colisão frontal e monitorização do ângulo morto. O equipamento contempla ainda a ativação automática dos quatro piscas durante uma travagem de emergência, quickshifter de série e painel TFT a cores de 5 polegadas com navegação curva a curva. A vocação turística também se reflete na ergonomia e na proteção aerodinâmica. O banco permite escolher entre duas alturas, de 825 ou 845 mm, enquanto o para-brisas dispõe de sete posições de regulação. A Kawasaki procura, assim, combinar uma posição de condução adaptável com equipamento destinado a tornar as deslocações mais longas confortáveis e práticas. A gama inclui igualmente a Versys 900 SE, que acrescenta equipamento como faróis de... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/panigale-v4-2027/ A Panigale V4 2027 recebe 218 cv, quadro revisto e novas funções de travagem; a Ducati anuncia chegada aos concessionários europeus em março de 2027. A Panigale V4 2027 sobe aos 218 cv e, segundo a Ducati, reduz em média 0,4 segundos por volta nos testes em Vallelunga. A marca prevê a chegada aos concessionários europeus em março de 2027. O essencialO motor de 1. 103 cc debita 218 cv às 13. 500 rpm e 120,6 Nm às 11. 000 rpm. O quadro Front Frame tem menos 12% de rigidez lateral. A V4 S passa a permitir personalização de fábrica com 11 cores e 2 decorações. A Ducati Panigale V4 ganha potência, mas a evolução também se mede nas travagens. A Ducati apresentou a versão de 2027 com 218 cv, quadro revisto e novas funções eletrónicas para travar mais tarde e acelerar mais cedo. A nova Panigale V4 melhorou em média 0,4 segundos por volta face ao modelo anterior nos testes da Ducati em Vallelunga, segundo a Motociclismo apurou. Segundo a Ducati, várias soluções foram validadas na Lenovo Race of Champions, onde contribuíram para melhorar em 0,7 segundos o recorde da pole position estabelecido por Nicolò Bulega. Panigale V4 2027 ganha rotação A Ducati Panigale V4 MY2027, numa fotografia oficial da Ducati. O Desmosedici Stradale de 1. 103 cc debita 218 cv às 13. 500 rpm e 120,6 Nm às 11. 000 rpm, com homologação Euro 5+. Segundo a Ducati, o escape revisto, a nova admissão e a lubrificação recalibrada acrescentam 2 cv, com um ganho máximo de 3,5 cv às 13. 000 rpm. A entrada de ar aumenta a pressão em 0,6% a 300... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/cfmoto-no-motogp-centro-rimini/ CFMOTO no MotoGP passa por um centro técnico em construção em Rimini e pela parceria com a Aspar. Martínez admite 3 a 5 anos, sem data definida. A CFMOTO no MotoGP é uma ambição partilhada com a Aspar, enquanto a marca constrói um centro técnico de competição em Rimini, Itália. Jorge Martínez admite um horizonte de 3 a 5 anos, mas não fixa uma data para a entrada na categoria principal. O essencialA parceria entre a CFMOTO e a Aspar foi prolongada até 2031. Jorge Martínez admite um horizonte de 3 a 5 anos, sem fixar uma data de entrada no MotoGP. O centro de Rimini servirá várias áreas da competição e trabalhará com a estrutura de desenvolvimento existente. O caminho da CFMOTO para o MotoGP já tem obras no terreno. Segundo a BikesRepublic, começou a construção de um centro técnico de competição em Rimini, Itália. A CFMOTO e a Aspar partilham a ambição de chegar ao MotoGP, segundo a Motociclismo apurou. Jorge Martínez, fundador da Aspar, admite um horizonte de 3 a 5 anos, sem fixar uma data. A parceria entre a marca e a equipa foi prolongada até 2031. CFMOTO no MotoGP sem pressa “I can confirm that our common vision is MotoGP”, afirmou Martínez, citado pela BikesRepublic. “But I can’t give an exact timeline. Maybe three years, maybe five. ” O responsável considera irrealista concluir até 2027 toda a infraestrutura necessária e defende uma evolução por etapas. A reportagem aponta 2 condicionantes ao calendário. Ducati, Aprilia, Honda, Yamaha e KTM, os 5 fabricantes presentes no MotoGP, assinaram novos acordos comerciais até 2031. Em 2027 entra também em vigor uma profunda revisão do regulamento técnico,... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/kawasaki-kle500-1000-km-estrada-terra/ A Kawasaki KLE500 percorreu mais de 1.000 km entre estrada e terra. O motor suave e o conforto destacam-se, mas o ecrã fica curto em autoestrada. A Kawasaki KLE500 mostrou-se fácil de conduzir ao longo de mais de 1. 000 km, entre autoestradas, curvas e caminhos de terra. O motor suave e o conforto favorecem as viagens de aventura. O essencialO motor bicilíndrico de 451 cc debita cerca de 46 cv e 42,6 Nm. A suspensão oferece 210 mm de curso à frente e 196 mm atrás. O assento fica a 870 mm e o peso em ordem de marcha é de 194 kg. Parada, a altura da Kawasaki KLE500 pode intimidar. Em andamento, mais de 1. 000 km percorridos durante 3 dias mostraram uma trail fácil de conduzir, confortável em viagem e acessível fora do asfalto. O bicilíndrico de 451 cc ajuda a tornar a condução acessível, segundo a Motociclismo apurou. Quem já conduziu a moto destaca a resposta progressiva ao acelerador, suficiente para ultrapassar e subir sem exigir trabalho constante com a caixa. Kawasaki KLE500 sem sobressaltos A Kawasaki KLE500 de 2026, numa imagem da galeria oficial da Kawasaki. O motor de refrigeração líquida, 4 tempos e dupla árvore de cames debita cerca de 46 cv às 9. 000 rpm e 42,6 Nm às 6. 000 rpm. Tem diâmetro e curso de 70 × 58,6 mm e uma taxa de compressão de 11,3 para 1. A caixa de 6 velocidades trabalha com uma embraiagem multidisco em banho de óleo, assistida e deslizante. Durante o ensaio, o comando da embraiagem foi considerado leve e as passagens de caixa, precisas. Também não foram sentidas vibrações incómodas... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/bmw-f-900-r-black-edition-100-unidades/ A BMW F 900 R Black Edition fica limitada a 100 unidades e custa 8 990 euros em Espanha. Saiba que equipamento Pro inclui esta versão especial. A BMW F 900 R Black Edition, anunciada em Espanha a 13 de outubro, fica limitada a 100 unidades e custa 8 990 euros. A edição já está disponível em Espanha, mas ainda não se sabe se chega a Portugal. O essencialA BMW limita a Black Edition a 100 unidades. O modo Dynamic Pro permite personalizar a resposta da moto e a intervenção dos sistemas eletrónicos. A edição está disponível em Espanha por 8 990 euros. A BMW F 900 R Black Edition distingue-se pelo acabamento Triple Black e pelo equipamento adicional. A BMW Motorrad apresentou esta edição limitada a 100 unidades, segundo a Motociclismo apurou. A marca associa o equipamento a modelos de maiores prestações, como a S 1000 R. F 900 R com mais equipamento Não é a Black Edition; mostra a BMW F 900 R apresentada em 2024. A Black Edition parte da configuração Triple Black da F 900 R e acrescenta o Assistente de Mudança de Velocidades Pro e os Modos de Condução Pro, segundo a BMW. O Assistente de Mudança de Velocidades Pro é um quickshifter bidirecional, que permite subir e descer velocidades sem acionar a manete da embraiagem. Segundo a BMW, o sistema proporciona passagens de caixa mais rápidas, suaves e precisas. Os Modos de Condução Pro acrescentam os modos Dynamic e Dynamic Pro aos Rain e Road. O Dynamic Pro permite personalizar diferentes afinações, para adaptar a resposta da moto e a intervenção dos sistemas eletrónicos às preferências do condutor e às condições... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/suzuki-gsx750s-katana-farol-retratil/ A Suzuki GSX750S de 1984 tinha farol retrátil, motor de 77 cv e afinação turística. A terceira geração nasceu da GSX750E e também teve produção para exportação. A Suzuki GSX750S de 1984 tinha farol retrátil e motor de 77 cv. A terceira geração foi desenvolvida para o Japão e também teve produção para exportação. O essencialO farol tinha acionamento elétrico e um comando manual de recurso. O motor de 747 cc debitava 77 cv às 9. 000 rpm. A geometria e as suspensões foram adaptadas a uma utilização mais turística. O farol da Katana de 1984 só mostrava a cara quando era ligado. Segundo a RIDE HI, a terceira geração da Suzuki GSX750S combinava esse mecanismo com linhas em cunha e uma orientação mais turística. A GSX750S Katana de 1984, segundo a Motociclismo apurou, nasceu de um projeto interno da Suzuki, baseado na GSX750E de 1983. Não era um desenho de Hans Muth, embora desse continuidade à família que o seu trabalho tornara conhecida. Suzuki GSX750S com farol escondido O farol rodava eletricamente para fora do alojamento quando o condutor acionava o interruptor da iluminação. A RIDE HI explica que, em caso de avaria, existia um comando manual no interior da carenagem. A RIDE HI descreve esta solução como um conceito de vida curta. A reportagem recorda os modelos de 1984 a 1986, inicialmente apresentados num branco de tom creme, ao qual se juntou o prateado em 1985. Uma Katana para o Japão A história começara em 1981, com a GSX1100S Katana, mas o Japão não permitia então a venda de motos acima dos 750 cc. Segundo a RIDE HI, a versão japonesa de 1982 recebeu um... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/kymco-cv-x45-427-cc-eicma-2026/ A Kymco CV-X45, com motor de 427 cc e transmissão por corrente, será apresentada na EICMA de Milão, de 3 a 8 de novembro de 2026, com mais detalhes no salão. A Kymco CV-X45, scooter crossover com motor de 427 cc, será apresentada na EICMA 2026, em Milão, de 3 a 8 de novembro. O essencialA Kymco apresentará a CV-X45 na EICMA de Milão, de 3 a 8 de novembro de 2026. A scooter tem um motor monocilíndrico de 427 cc e transmissão final por corrente. A primeira aparição em configuração de produção aconteceu em julho, no Salão Internacional da Moto de Taiwan. A Kymco CV-X45 quer ir além do crossover puramente urbano. Segundo a Kymco Espanha, a nova scooter aventureira, de estilo raid, será apresentada na EICMA 2026, já numa fase próxima do início da produção. O motor monocilíndrico de 427 cc, segundo a Motociclismo apurou, está a ser desenvolvido com particular atenção ao binário a baixo e médio regime. A marca pretende assim melhorar a resposta em aceleração e a capacidade para enfrentar subidas. Kymco CV-X45 com inspiração trail A ciclística anunciada pela Kymco combina uma forquilha invertida de longo curso, suspensão traseira central com bielas e transmissão final por corrente. O motor ocupa uma posição central no quadro, numa configuração que a marca associa a uma distribuição otimizada do peso e às ambições estradistas do modelo. A posição de condução segue a inspiração trail, acompanhada por um depósito de combustível de grande capacidade e amplo espaço de arrumação. Segundo a Kymco, estes elementos reforçam a orientação aventureira da CV-X45. Desenvolvimento com participação europeia O projeto está em desenvolvimento desde 2023, sob a direção do Centro Europeu de Design... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/honda-mobile-power-pack-e-recebe-premio-de-sustentabilidade-e-economia-circular/ A bateria amovível Honda Mobile Power Pack e: foi distinguida com o Sustainability & Circular Economy Excellence Award durante a edição de 2026 da The Battery Show, um dos principais eventos norte-americanos dedicados à inovação em baterias e veículos elétricos. A distinção surge numa fase em que a Honda começa a disponibilizar esta tecnologia no mercado dos Estados Unidos para integração em produtos comerciais de outras empresas. A solução foi desenvolvida para responder a alguns dos desafios associados à mobilidade elétrica, nomeadamente os tempos de carregamento, a autonomia e o custo das baterias. O sistema permite substituir a bateria descarregada por outra carregada, reduzindo os períodos de imobilização e criando uma solução energética padronizada que pode ser utilizada em diferentes equipamentos. A Honda pretende alargar a aplicação do Mobile Power Pack e: para além dos seus próprios produtos, disponibilizando a tecnologia a outros fabricantes de equipamento original (OEM). O formato portátil e amovível abre possibilidades de utilização em diferentes produtos de mobilidade e soluções de energia móvel, embora a marca não especifique nesta comunicação quais serão as primeiras integrações comerciais nos Estados Unidos. Joe Juliano, responsável pela área de sustentabilidade e desenvolvimento de negócio da American Honda Motor Co. , Inc. , considera que o prémio valida o trabalho desenvolvido para disponibilizar a bateria a outros produtos de mobilidade na América do Norte. Segundo o responsável, o sistema oferece uma solução energética normalizada, sem emissões no ponto de utilização, capaz de alimentar diferentes equipamentos sem interrupções prolongadas para carregamento. A... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/banco-de-ensaio-laba7-micro-shock-dyno-pode-ser-transportado-numa-carrinha-de-competicao/ A LABA7 está a alargar a sua gama de tecnologias de medição de suspensões com o MICRO Shock Dyno, um banco de ensaio concebido para equipas de competição, oficinas e veículos de assistência que precisam de testar amortecedores fora das instalações habituais. O formato compacto e os elementos desmontáveis permitem transportar o equipamento para circuitos e outros locais de trabalho. O MICRO Shock Dyno utiliza um servomotor de circuito fechado com codificador absoluto multivolta, capaz de manter velocidades entre 1 e 1. 000 mm/s mesmo quando a carga varia. Para medir o comportamento do amortecedor, integra uma célula de carga de 10 kN e um sensor de temperatura sem contacto, com uma gama de leitura entre -40 e 150 °C. O controlo é assegurado pelo software Shock Dyno v2, com ligações Wi-Fi, USB e Ethernet para comunicação com outros dispositivos. O equipamento tem 1. 338 mm de altura e um peso operacional de 65 kg. Para facilitar o transporte, os montantes verticais podem ser removidos, reduzindo a altura total para 626 mm. A alimentação pode ser feita através de uma tomada monofásica de 230 V ou 110 V. O banco também pode funcionar ligado a um gerador ou a uma tomada instalada numa carrinha de competição, uma solução pensada para equipas que necessitam de efetuar medições e ajustes diretamente no circuito. De série, o LABA7 MICRO Shock Dyno inclui dois adaptadores para forquilhas com pré-carga automática. Existem ainda suportes adicionais que permitem configurar o equipamento para testar amortecedores de automóveis,... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/wottan-one-125-scooter-urbana-com-top-case-chave-inteligente-e-consumo-de-23-l-100-km/ A Wottan ONE 125 chega ao mercado como uma scooter pensada para simplificar as deslocações diárias na cidade. Com um piso plano, equipamento de série abrangente e rodas de 16 polegadas à frente e 14 polegadas atrás, procura combinar praticidade, facilidade de utilização e estabilidade em pisos urbanos irregulares. O equipamento incluído de origem é um dos principais argumentos da ONE 125. A scooter conta com top case na cor da carroçaria, sistema de ignição sem chave (keyless), para-brisas com três posições de regulação, painel de instrumentos LCD a cores e iluminação integral em LED. O piso plano facilita o transporte de mochilas e sacos, enquanto o espaço de arrumação sob o banco e o porta-luvas dianteiro permitem guardar objetos necessários no dia a dia. Com um peso declarado de 120 kg e uma altura do banco de 780 mm, a Wottan ONE 125 foi concebida para ser acessível a diferentes perfis de utilizadores, incluindo quem está a começar a andar de scooter. As rodas de maiores dimensões, em conjunto com a configuração do chassis, procuram ajudar a lidar com buracos, carris de elétrico e outras irregularidades comuns nas ruas da cidade. A mecânica é assegurada por um motor monocilíndrico de 124 cc, refrigerado a ar e homologado segundo a norma Euro 5+. Debita 9 cv às 7. 500 rpm e 9,5 Nm às 6. 500 rpm, estando associado a uma transmissão automática CVT. A marca anuncia um consumo de 2,3 l/100 km e um depósito de combustível com capacidade... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/cpmc-n6-carplay-moto/ CPMC N6 e N7 ligam-se sem fios ao CarPlay e Android Auto. Veja as diferenças de ecrã, montagem, TPMS, avaliações e preço na loja internacional. O [CPMC N6](https://carplaymotorcycle. com/products/cpmc-n6-n7-motorcycle-carplay-screen-with-plug-and-play-bracket) tem ecrã de 6 polegadas e permite usar Apple CarPlay e Android Auto sem fios na moto. Na loja internacional da marca, surge por cerca de 160 euros, com envio mundial gratuito anunciado pela CPMC. O essencialO N6 tem resolução de 1. 440 × 720 píxeis e o N7 de 1. 024 × 600 píxeis. A embalagem inclui suportes para guiadores de 20 a 26 mm e barras de navegação de 12 mm. A monitorização da pressão dos pneus é opcional nos 2 modelos. O telemóvel pode ficar no bolso, mesmo quando o mapa faz falta no guiador. A CPMC apresenta os N6 e N7 como ecrãs dedicados à moto, com Apple CarPlay e Android Auto sem fios. A ligação permite aceder a aplicações de navegação, música e chamadas. O suporte dos N6 e N7 permite retirar o ecrã em segundos, premindo um botão, segundo a Motociclismo apurou na página do produto. A marca propõe esta solução para levar o equipamento quando a moto fica estacionada. CPMC N6 ou N7? O N6 tem um ecrã de 6 polegadas com resolução de 1. 440 × 720 píxeis, enquanto o N7 usa 7 polegadas e 1. 024 × 600 píxeis. Segundo a ficha técnica, ambos oferecem brilho de 800 cd/m² e ajuste automático da luminosidade. O modelo maior tem, portanto, uma resolução inferior. A CPMC indica sistema operativo Linux, construção em plástico ABS, Wi-Fi nas bandas de 2,4 e 5 GHz e Bluetooth 4. 0. A ficha declara... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/honda-motra-patentes-gasolina-eletrica/ A Honda Motra surge em patentes com uma plataforma para motor a gasolina ou baterias. O possível regresso da utilitária ainda não está confirmado. A Honda Motra pode regressar com uma plataforma preparada para motor a gasolina ou propulsão elétrica, segundo patentes descritas numa reportagem publicada a 15 de outubro. A possível sucessora da pequena utilitária de 1982 ainda não tem produção confirmada. O essencialAs patentes descritas mostram um quadro tubular de aço com apoios desmontáveis para motor ou baterias. A configuração elétrica substitui o braço oscilante convencional por um conjunto com motor integrado. A CT50 Motra original tinha 49 cc e foi comercializada em 1982 e 1983. A Honda Motra pode recuperar o aspeto de máquina de trabalho, desta vez com 2 soluções de propulsão. Segundo a Australian Motorcycle News, patentes da Honda mostram uma possível sucessora preparada para motor a gasolina ou propulsão elétrica. A Motociclismo apurou, a partir da reportagem, que o projeto assenta num quadro tubular de aço com apoios desmontáveis. Estes permitem fixar um motor monocilíndrico e a respetiva transmissão ou, em alternativa, um conjunto de baterias, caso a moto chegue à produção. Honda Motra com duas soluções A Honda CT50 Motra original, de 1982; não é a possível sucessora. De acordo com a publicação australiana, a versão a gasolina poderá utilizar o motor e a transmissão das atuais C125, Monkey ou Grom. Este monocilíndrico descende diretamente do motor da Super Cub que equipava a CT50 Motra original. Na configuração elétrica, o braço oscilante convencional dá lugar a uma unidade com motor integrado, que parece derivar da scooter e-CUV. A revista considera provável uma proximidade de preço e potência... - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/street-triple-798-rs/ A Triumph aponta 17 de novembro de 2026 para a Street Triple 798 RS. Num teaser oficial, promete a Street Triple mais leve, afiada e potente até hoje. A Triumph aponta a data de 17 de novembro de 2026 num teaser oficial da Street Triple 798 RS. O essencialA Triumph anunciou a designação Street Triple 798 RS. A Triumph indicou a data de 17 de novembro de 2026 no teaser. A marca promete que será a Street Triple mais leve, afiada e potente até hoje. A próxima Street Triple já tem nome e uma promessa de potência. A Triumph publicou um teaser da Street Triple 798 RS na sua conta oficial, com a data de 17 de novembro de 2026. A Motociclismo apurou na publicação oficial que a Triumph promete que esta será a Street Triple mais leve, afiada e potente até hoje. Street Triple 798 RS em novembro A Triumph Street Triple 798 RS de 2027, noutra fotografia oficial da marca. A publicação aponta para 17 de novembro. Leia tambémTriumph confirma novidades para 2027: Street Triple 798, Tiger 900, Tiger 1200 e Bonneville T40Triumph TF 250-X evolui para 2027: o que mudou na moto que conquistou o Mundial de MX2? Triumph lança financiamento a 0% de juros para toda a gama em Portugal Perguntas e respostasA Triumph Street Triple 798 RS promete ser a mais potente de sempre? Sim. A Triumph promete que será a Street Triple mais potente até hoje. Fotografia: sala de imprensa da marca, https://triumph-mediakits. com/en/news-articles/triumph-releases-first-look-at-four-new-models-for-2027. html - Published: 2026-10-16 - Modified: 2026-10-16 - URL: https://motociclismo.pt/kawasaki-z900rs-se-2026-comparacao/ A Kawasaki Z900RS SE de 2026 combina acelerador eletrónico, quickshifter e cruise control com suspensão Öhlins e travões Brembo. Veja o que muda. A Kawasaki Z900RS SE de 2026 mantém o motor de 948 cc, mas recebe acelerador eletrónico, quickshifter e cruise control. Nos primeiros ensaios, o conforto da suspensão e o tato dos travões surgem como os principais argumentos da versão. O essencialA SE acrescenta amortecedor Öhlins S46, pinças dianteiras Brembo M4. 32 e tomada USB-C. O motor de 948 cc e a eletrónica são comuns à SE e à versão base. O acelerador eletrónico melhora a resposta a baixa velocidade, e o quickshifter funciona acima das 1. 500 rpm. A diferença da Kawasaki Z900RS SE sente-se mais nas irregularidades do asfalto do que nas acelerações. Nos primeiros ensaios, o amortecedor Öhlins e os travões Brembo destacam-se pelo conforto e pelo tato, sem tornar a condução exigente. O motor, a eletrónica e os cerca de 216 kg em ordem de marcha são comuns à SE e à versão base, segundo a Motociclismo apurou. A atualização de 2026, a maior desde a estreia em 2018, abrange também a Cafe. Kawasaki Z900RS SE na estrada A Kawasaki Z900RS SE de 2026, numa fotografia oficial da marca. O Öhlins S46 oferece 30 posições de afinação da extensão e um comando remoto da pré-carga, ajustável sem ferramentas. A forquilha invertida KYB de 41 mm, totalmente regulável, recebeu uma afinação específica para acompanhar o amortecedor. O conjunto absorve piso degradado sem oscilações excessivas, tanto na cidade como em curvas com irregularidades. As pinças radiais Brembo M4. 32 trabalham com discos de 300 mm, bomba radial Nissin de... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/bmw-f-450-rr/ A BMW F 450 RR usa um motor de 420 cc com 48 cv, tem 4 versões e custa desde 7 100 euros na Alemanha. ABS em curva e controlo de tração são de série. A F 450 RR foi apresentada pela BMW a 15 de outubro, com um motor de 420 cc e 48 cv. Na Alemanha, a gama começa nos 7 100 euros. O essencialO bicilíndrico de 420 cc entrega 43 Nm às 6. 750 rpm. A BMW anuncia mais de 350 km de autonomia com o depósito de 14 litros. O ABS em curva e o controlo de tração são de série. A imagem da S 1000 RR chega à classe das motos de 48 cv. A BMW desenvolveu a F 450 RR como uma superdesportiva autónoma dentro da família F 450. O bicilíndrico estreado na F 450 GS recebeu uma afinação específica para esta superdesportiva, segundo a Motociclismo apurou. Markus Flasch, diretor executivo da BMW Motorrad, destaca a leveza, a precisão e a utilização em estrada e circuito, apresentando-a como porta de entrada na família RR. F 450 RR por dentro A BMW F 450 RR, numa fotografia oficial da BMW Motorrad. Segundo a BMW, o motor de 420 cc debita 48 cv (35 kW) às 8. 750 rpm e 43 Nm às 6. 750 rpm. Às 3. 000 rpm, já disponibiliza 80% do binário máximo. Tem injeção, silenciador inferior em aço inoxidável, cambota com moentes desfasados a 135 graus e veio de equilíbrio para reduzir vibrações. A marca atribui estes resultados aos materiais e à redução do atrito interno, com tampas da embraiagem e da caixa em magnésio para poupar peso. O motor cumpre a norma Euro 5+, tem manutenção... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/kawasaki-klx300-2027-xpl-df/ A Kawasaki KLX300 recebe ABS dianteiro, motor revisto e versões XPL e DF em 2027. Saiba os preços nos Estados Unidos e as datas previstas para a gama. A Kawasaki KLX300 de 2027 passa a ter 4 versões, com as novas XPL e DF, ABS dianteiro e motor revisto; a versão base começa nos cerca de 5 350 euros nos Estados Unidos. A disponibilidade em Portugal não está confirmada. O essencialO motor de 292 cc passa a desenvolver cerca de 27,2 cv e 25 Nm. O ABS dianteiro pode ser desligado na KLX300 DF ABS, mas não na supermotard. A instrumentação recebe ligação Bluetooth à aplicação Kawasaki Rideology. A roda traseira da Kawasaki KLX300 continua sem sistema antibloqueio de travagem (ABS), enquanto a dianteira recebe o sistema. A Motorcycle. com descreve também um motor revisto e nova instrumentação. A gama de 2027 passa a incluir as variantes XPL e DF, além da versão base e da KLX300SM, segundo a Motociclismo apurou. Na KLX300 DF ABS, o ABS dianteiro pode desligar-se através de um interruptor no lado esquerdo do guiador. A roda traseira sem ABS permite maior controlo em pisos soltos, explica a Motorcycle. com. Na supermotard, o ABS dianteiro mantém-se sempre ativo. Kawasaki KLX300 com mais potência A Kawasaki KLX300 XPL ABS de 2027; a imagem não destaca o motor. O monocilíndrico de 292 cc mantém as 2 árvores de cames à cabeça, mas recebe um rolamento de agulhas na cabeça da biela. Segundo os valores declarados pela Kawasaki, passa a desenvolver cerca de 27,2 cv às 8. 000 rpm e 25 Nm às 6. 800 rpm. Na versão de 2026, debitava cerca de 25,3 cv às 8.... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/ducati-panigale-v4-2027-218-cv/ A Panigale V4 2027 chega a 218 cv, recebe alterações no quadro e na eletrónica e estreia novos controlos de travagem. A Ducati prevê disponibilidade nos concessionários europeus em março de 2027. A Ducati Panigale V4 2027 sobe aos 218 cv e melhora em 0,4 segundos o tempo médio por volta nos ensaios, segundo a marca. A Ducati prevê a chegada aos concessionários europeus em março de 2027. O essencialO motor de 1. 103 cc entrega 120,6 Nm às 11. 000 rpm. A rigidez lateral do quadro Front Frame diminui 12%. A V4 S passa a ter 11 cores no programa Ducati Factory Made. A Ducati Panigale V4 quer ganhar tempo antes mesmo de abrir o acelerador. A versão de 2027 combina 218 cv com alterações ao quadro e à eletrónica que permitem travar mais tarde, segundo a Ducati. A melhoria média nos ensaios foi de 0,4 segundos por volta face ao modelo anterior, um resultado divulgado pela Ducati, segundo apurou a Motociclismo. Várias novidades foram validadas na Lenovo Race of Champions e contribuíram para melhorar em 0,7 segundos o recorde da pole de Nicolò Bulega. Panigale V4 2027 mais potente O Desmosedici Stradale de 1. 103 cc entrega 218 cv às 13. 500 rpm e 120,6 Nm às 11. 000 rpm, com homologação Euro 5+. A Ducati alterou o escape, a admissão e a lubrificação para melhorar o fluxo de ar e reduzir perdas mecânicas. A potência máxima cresce 2 cv, mas o ganho chega aos 3,5 cv às 13. 000 rpm. A nova entrada de ar aumenta a pressão em 0,6% a 300 km/h, com mais 1,3 cv nessa condição, segundo a marca. A transmissão final passa de 16/41 para... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/miguel-oliveira-jerez-ponto-bautista/ Miguel Oliveira está a 1 ponto de Álvaro Bautista na classificação antes da ronda final do WorldSBK em Jerez, de 16 a 18 de outubro, e chega motivado. Miguel Oliveira chega à última ronda do WorldSBK, em Jerez, a 1 ponto de Álvaro Bautista na classificação, entre 16 e 18 de outubro. A prova encerra a primeira época do português neste campeonato. O essencialA ronda final do Mundial Superbike disputa-se em Jerez de 16 a 18 de outubro de 2026. Miguel Oliveira termina a sua primeira temporada no campeonato com a ROKiT BMW Motorrad. No Estoril, Oliveira ganhou 2 posições numa ultrapassagem na travagem para a curva 1. Miguel Oliveira tem a possibilidade de lutar pelo pódio na despedida da temporada de Superbike. O piloto português da ROKiT BMW Motorrad prepara-se para fechar em Jerez a sua primeira época neste campeonato, depois das boas prestações no Estoril. A diferença para Álvaro Bautista é de apenas 1 ponto, segundo a Motociclismo apurou. A ronda espanhola pode permitir ao piloto de Almada subir na classificação e terminar 2026 numa trajetória mais positiva. Miguel Oliveira motivado para Jerez Miguel Oliveira e a BMW M 1000 RR #88 da ROKiT BMW Motorrad WorldSBK Team, no Estoril. Na antevisão à última ronda, Oliveira destacou a confiança trazida da passagem por Portugal. O piloto da ROKiT BMW Motorrad afirmou “Já chegámos aqui a Jerez de la Frontera. É a última ronda do campeonato, por isso estamos muito motivados depois do grande fim de semana no Estoril. Chegamos aqui com energia positiva e obviamente otimistas em fazermos um bom trabalho. Por isso, como sempre, fiquem desse lado a acompanhar o fim de semana, e vamos... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/bmw-f450rr-desportiva-a2/ A BMW F450RR é uma desportiva de 420 cc para carta A2, com embraiagem automática opcional e 4 versões no Reino Unido. A BMW apresentou a F450RR, uma desportiva carenada de 420 cc para carta A2. A embraiagem automática é opcional. O essencialO motor de 420 cc anuncia cerca de 47,6 cv e 43 Nm. O peso anunciado é de 177 kg, ou 178 kg com Easy Ride Clutch. A gama britânica tem 4 versões, desde cerca de 7 950 euros. A BMW apresentou a F450RR, uma desportiva carenada de 420 cc para carta A2. Segundo a MCN, junta-se à trail F450GS e à naked F450R na família da marca. A Easy Ride Clutch opcional, segundo a Motociclismo apurou, combina-se com o quickshifter Shift Assistant Pro para dispensar o uso da manete da embraiagem. A manete continua disponível para intervenção manual em qualquer momento. BMW F450RR com 420 cc O bicilíndrico paralelo refrigerado a líquido partilha a base das F450GS e F450R, com 72 mm de diâmetro e 51,6 mm de curso. O desfasamento de 135 graus entre os moentes da cambota produz intervalos de combustão irregulares e um som próprio, enquanto um veio de equilíbrio contrarrotativo reduz as vibrações. O motor debita cerca de 47,6 cv às 8. 750 rpm e 43 Nm às 6. 750 rpm. Segundo a BMW, 80% do binário está disponível às 3. 000 rpm. A marca anuncia um consumo de cerca de 3,8 l/100 km, depósito de 14 litros, aceleração dos 0 aos 100 km/h em 5,6 segundos e velocidade máxima próxima dos 177 km/h. Quadro partilhado, geometria desportiva O quadro tubular de aço soldado usa... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/ktm-eicma26-novidades/ KTM no EICMA26 anuncia novidades de produto e tecnologia em Milão, entre 3 e 8 de novembro, e a apresentação da equipa de ralis de 2027. A KTM anuncia novidades de produto e tecnologia na EICMA 2026, em Milão, entre 3 e 8 de novembro. O programa inclui a apresentação da equipa de ralis de 2027. O essencialA KTM anuncia novidades de produto e tecnologia na EICMA 2026, entre 3 e 8 de novembro. O anúncio menciona pilotos e tecnologia. A equipa de ralis de 2027 será apresentada a 3 de novembro. KTM no EICMA26 A KTM anuncia uma apresentação de novidades de produto e tecnologia na EICMA 2026, em Milão, entre 3 e 8 de novembro. Segundo a Motociclismo apurou, o programa inclui uma conferência de imprensa a 3 de novembro, com foco no desempenho fora de estrada, e a apresentação da equipa de ralis de 2027. A KTM vai expor modelos de aventura, ralis, enduro e motocross, além de motos de estrada e de competição. Os dias 3 e 4 de novembro são reservados à imprensa, e o público pode visitar o espaço da marca a partir de 5 de novembro. Andrea Adamo e Andrea Verona têm uma sessão de autógrafos anunciada para 6 de novembro. Leia tambémKTM e Husqvarna Mobility regressam à EICMA26 — e há novidades que só serão conhecidas em MilãoKawasaki Z500 com algumas novidades para 2027: Mais tecnologia, ecrã TFT, mantendo 451cc e 33,4kWSYM traz novidades na ADX 300: câmara integrada, conectividade e top case em alumínio Fotografia: sala de imprensa da marca, https://press. ktm. com/news-back-on-the-grid-ktm-confirms-presence-at-eicma26-in-milan-italy? id=248822&l=international&menueid=3050 - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/kawasaki-kle500-se-smartride-2027/ A Kawasaki KLE500 ganha a versão SE Smartride para 2027, com embraiagem mecânica automática e pneus sem câmara. A Kawasaki KLE500 ganha para 2027 uma nova versão SE Smartride, equipada com embraiagem de acionamento automático e pneus sem câmara. O essencialO sistema Smartride é inteiramente mecânico e não precisa de eletrónica. A nova SE Smartride acrescenta pneus sem câmara à KLE500. Todas as versões de 2027 podem receber as configurações Rally, Adventure Tourer e Top Case. A Kawasaki anunciou a KLE500 SE Smartride para 2027, que se junta às versões base e SE. A nova versão acrescenta pneus sem câmara e um sistema que permite arrancar e parar sem usar a manete da embraiagem. O sistema Smartride, segundo a Motociclismo apurou, integra uma embraiagem centrífuga compacta numa embraiagem convencional e funciona sem eletrónica. Segundo a Kawasaki, deixa de ser necessário dosear a embraiagem para arrancar, reduzindo o uso da manete no trânsito com paragens frequentes. Em andamento, o condutor continua a poder mudar de velocidade normalmente, com a manete da embraiagem e o pedal da caixa. Kawasaki KLE500 mantém inspiração rali Outra vista da Kawasaki KLE500 SE Smartride de 2027, segundo a galeria oficial da marca. A nova versão chega 1 ano depois da apresentação inicial da KLE500. A Kawasaki mantém o ecrã alto e o depósito compacto, com uma imagem inspirada nas motos de rali. As tampas laterais e a secção traseira seguem as linhas das KX de motocross. A jante dianteira raiada de 21 polegadas e a proteção do cárter fazem parte do equipamento para enfrentar diferentes terrenos. Segundo a marca, a posição de condução direita... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/formula-1-inspira-novo-shark-skwal-icup-capacete-integral-com-luz-de-travagem-inteligente/ A Shark está a preparar-se para apresentar na EICMA 2026 o Skwal iCup, um novo capacete integral que combina uma estética inspirada no desporto automóvel com iluminação LED integrada e uma luz de travagem inteligente. A novidade prolonga a aposta da marca francesa nesta tecnologia, introduzida nos seus capacetes em 2015 e desenvolvida desde então para diferentes aplicações. O elemento mais distintivo do Skwal iCup é o spoiler traseiro, que integra uma assinatura luminosa LED vertical. Quando está desligada, a iluminação permanece transparente e discreta; quando é ativada, emite luz vermelha. O sistema inclui uma luz de travagem inteligente que utiliza um acelerómetro para detetar desacelerações, sem precisar de ligações por cabo ou Bluetooth à moto. Três modos de iluminação e bateria recarregável O sistema disponibiliza três modos de funcionamento: luzes de posição, luz de travagem inteligente e modo intermitente. A autonomia anunciada ronda as 12 horas no modo intermitente, enquanto uma recarga completa demora aproximadamente três horas. A deteção da desaceleração através de um acelerómetro permite que a luz de travagem funcione de forma autónoma, sem depender de uma ligação eletrónica à moto. A solução procura acrescentar um sinal visual na parte traseira do capacete quando o utilizador abranda, embora a eficácia real na melhoria da visibilidade dependa das condições de circulação e da forma como a luz é percecionada pelos restantes condutores. Calota em Lexan e ventilação A calota é fabricada em policarbonato Lexan de alto impacto e está disponível em dois tamanhos. No interior, o capacete recorre... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/sym-traz-novidades-na-adx-300-camara-integrada-conectividade-e-top-case-em-aluminio/ A SYM vai apresentar na EICMA 2026 uma versão atualizada da ADX 300, centrada sobretudo no equipamento. A scooter passa a disponibilizar três novidades de destaque: uma câmara de vídeo integrada, o sistema de ligação ao smartphone SYM+ Smartphone Connection e uma top case em alumínio. Estas adições reforçam uma proposta que já incluía painel de instrumentos TFT de 7 polegadas, controlo de tração e sistema de arranque sem chave. No restante, a ADX 300 mantém praticamente inalterada a fórmula conhecida. O desenho anguloso e de inspiração aventureira continua a ser uma das suas principais características, acompanhado por iluminação integral em LED. A capacidade de arrumação também merece destaque: o compartimento sob o assento consegue receber um capacete integral, tornando a scooter mais prática nas deslocações diárias e nas viagens mais longas. Mais tecnologia a bordo A câmara integrada é uma das principais novidades desta atualização, juntando-se à conectividade SYM+ Smartphone Connection e à top case em alumínio. A marca reforça assim o equipamento de série e as possibilidades de utilização da ADX 300, sem alterar profundamente o conceito do modelo. Entre os elementos já conhecidos encontram-se o painel TFT de 7 polegadas, o controlo de tração, o arranque sem chave e o descanso central. A combinação procura equilibrar tecnologia, conveniência e funcionalidade, mantendo a orientação versátil da scooter. Motor de 278 cc e autonomia superior a 400 km A parte mecânica mantém-se igualmente familiar. A SYM ADX 300 utiliza um motor monocilíndrico de quatro tempos, com 278 cc e... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/arquitetura-e-engenharia-fb-mondial-piega-452-tem-escape-duplo-som-irresistivel-e-esta-dentro-da-lei/ A FB Mondial Piega 452 tem um dos elementos que mais chama a atenção antes mesmo de se olhar para a ficha técnica: o som grave e marcante do escape de origem. Numa categoria em que muitos proprietários acabam por trocar o silenciador para procurar uma voz mais desportiva, a naked italiana já sai de fábrica com uma assinatura acústica que não passa despercebida. A explicação está na combinação entre o motor bicilíndrico com cambota a 270 graus e um sistema de escape com duas saídas cónicas em aço inoxidável, colocadas sob o assento. O escape não é apenas um pormenor estético. A sua configuração foi concebida para fazer parte da identidade da Piega 452, tanto pelo desenho como pelo som. Ensaios publicados por meios especializados descrevem-no como particularmente audível e relatam que a marca procurou aproximar o resultado do limite permitido pela homologação. Isso ajuda a explicar a personalidade sonora da moto, sem significar que tenha sido encontrada uma forma de contornar ilegalmente as regras. A cambota a 270 graus começa por definir o som O motor da Piega 452 é um bicilíndrico paralelo de 449,5 cc, com refrigeração líquida, oito válvulas e distribuição DOHC. A cambota tem uma configuração de 270 graus, característica que influencia o intervalo entre as combustões e dá ao motor uma cadência de funcionamento que pode recordar a de um bicilíndrico em V. Essa sequência de impulsos contribui para um som mais pulsante e grave do que aquele que muitos associam a um bicilíndrico... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/reta-final-para-adquirir-capacetes-da-ducati-produzidos-pela-arai-suomy-e-nolan/ A loja oficial da Ducati apresenta actualmente uma campanha de promoção em vários capacetes da sua colecção, com descontos de 15% em praticamente todos os modelos disponíveis. A promoção termina a 17 de outubro, pelo que resta pouco tempo para aproveitar os preços especiais. A oferta abrange capacetes integrais, modulares e de off-road, produzidos em colaboração com três marcas de referência: Arai (a principal parceira), Nolan e Suomy. Preços e descontos em vigor Todos os modelos em stock beneficiam de 15% de redução. Eis uma síntese dos preços (valores aproximados com base na loja portuguesa, sujeitos a confirmação no momento da compra): Modelos premium Arai (linha Corse e desportivos) Ducati Corse V8 Flag, Corse V8, Corse V9 e Corse V7: preço normal 1 179 € → cerca de 1 002 €. Ducati Theme V2, Ducati Tonal e D-Rider V2: preço normal 806 € → cerca de 685 €. Strada Tour V5: preço normal 1 037 € → cerca de 881 €. D-Attitude V2 (open face): preço normal 836 € → cerca de 711 €. Modelos Nolan Speed Evo V2 (Black-White e outras variantes): preço normal 836 € → cerca de 711 €. Horizon V3 (modular): preço normal 795 € → cerca de 676 €. Modelos Suomy (mais acessíveis) Ducati Logo e Ducati Logo White: preço normal 402 € → cerca de 342 €. Ducati Logo Peak 2. 0: preço normal 473 € → cerca de 402 €. O capacete de off-road Ducati Jargon encontra-se esgotado. Os preços finais podem variar... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/suzuki-address-125-consumo-autonomia/ A Suzuki Address 125 gasta 1,9 l/100 km, faz quase 280 km por depósito e tem 8,4 cv. Saiba o que oferece esta scooter simples feita na Índia. A Suzuki Address 125 gasta 1,9 l/100 km e, com um depósito de 5,3 litros, faz em teoria quase 280 km. Feita na Índia para o trânsito das grandes cidades, é a mais barata das 3 scooters 125 da Suzuki na Alemanha, onde custa 3 368 euros. O essencialA Suzuki Address 125 tem um monocilíndrico arrefecido a ar com 8,4 cv às 6. 500 rpm e atinge 88 km/h. O consumo é de 1,9 l/100 km e, com o depósito de 5,3 litros, a autonomia teórica fica perto dos 280 km. É produzida pela Suzuki Motorcycle India, em Gurugram, e pesa 106 kg em ordem de marcha com o depósito cheio. À primeira vista, a Suzuki Address 125 pede alguma paciência a quem olha para ela. Por trás das proporções estranhas e dos cromados está uma 125 que gasta 1,9 l/100 km e pesa 106 kg com o depósito cheio. Nem retro, nem moderna A Suzuki Address 125 de 2026, de três quartos de frente, numa fotografia oficial da Suzuki O ar clássico vem sobretudo das tampas cromadas no farol e no escape. De resto, a Address parece uma scooter pequena e simpática, com proporções a que é preciso habituar o olhar. Há fãs das scooters retro que nem a aceitariam nessa categoria, por ter um ar demasiado moderno. Fica, por isso, numa zona cinzenta entre géneros. É uma scooter polivalente com um toque clássico, pouco preocupada em agradar a quem procura desenho. Feita na Índia, para a Índia O... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/dakar-2027-duvida-plano-b-marrocos/ Dakar 2027 continua marcado de 1 a 15 de janeiro na Arábia Saudita, mas a ASO estará a estudar uma rota no norte e um plano B de 8 dias em Marrocos. O Dakar 2027 continua marcado de 1 a 15 de janeiro na Arábia Saudita, mas a ASO estará a estudar uma rota mais a norte e um plano B de 8 dias em Marrocos. Em setembro chegou a falar-se de um percurso por Espanha, Portugal e Marrocos, e as equipas precisam de uma decisão antes de embarcar os veículos em Barcelona. O essencialA ASO mantém o Dakar 2027 marcado de 1 a 15 de janeiro na Arábia Saudita, com partida e chegada em King Abdullah Economic City. Segundo a Reuters, a organização estuda uma rota mais a norte no país, com menos bivouacs. Os diários espanhóis Marca e AS falam de um plano B de 8 dias em Marrocos, a começar a 8 de janeiro. O Dakar 2027 já foi cancelado, empurrado para norte e levado para Marrocos, tudo em poucas semanas e tudo em rumores. Oficialmente nada mudou, mas a cerca de 11 semanas da partida há muitas perguntas em aberto para as equipas oficiais e para os privados, de acordo com o Motorcycles. News. Ainda está marcado? Conforme a Motociclismo confirmou, a Amaury Sport Organisation (ASO) não cancelou nem adiou o Dakar 2027. A prova continua marcada de 1 a 15 de janeiro, com partida e chegada em King Abdullah Economic City, junto ao mar Vermelho. Em setembro, a organização garantiu que “os rumores sobre um possível cancelamento são infundados”. Desde então, a situação mudou. A 8 de outubro, a Reuters noticiou, com base em 3 pessoas ligadas... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/suzuki-gsx-r1000r-preparada-pista/ A Suzuki GSX-R1000R foi preparada para a pista com pneus Metzeler Sportec 01 RS e proteções GBRacing. Saiba o que se montou e o que se afinou. A Suzuki GSX-R1000R ficou pronta para um dia de pista com pneus Metzeler Sportec 01 RS e proteções da GBRacing para o motor e para a manete de travão. O escape de série, apesar de feio, ficou no lugar para passar sem sustos nos limites de ruído dos circuitos. O essencialA Suzuki GSX-R1000R manteve o escape de série para cumprir os limites de ruído dos circuitos. A moto recebeu pneus Metzeler Sportec 01 RS, que a marca diz comportarem-se como um slick em pista. As tampas de motor e a proteção da manete de travão são da GBRacing e custaram cerca de 354 euros, convertidos ao câmbio do dia. Uma superdesportiva de litro, um circuito livre e nenhuma das distrações da estrada. Para quem gosta de pista, é esta a ideia de paraíso, e a Suzuki GSX-R1000R foi preparada para isso mesmo, com pneus novos, proteções e algumas afinações antes de um dia de acelerador a fundo. O escape fica, por causa do ruído O primeiro passo foi deixá-la em condições de entrar num circuito. Segundo a Motociclismo apurou, o escape de série ficou no lugar para cumprir sem preocupações os limites de ruído das pistas, apesar de quem preparou a moto o achar feio, daqueles que não melhoram com o tempo. Na mesma lista entrou uma proteção da manete de travão da GBRacing, do lado mais caro do mercado, mas bem construída e sólida. Nestas peças pequenas, defende quem a montou, compensa gastar um pouco mais para ter algo... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/yamaha-sai-do-mx2-mxgp-2027/ A Yamaha sai do MX2 com efeito imediato e põe a equipa de MXGP sob controlo direto da Yamaha Motor Europe para 2027, no fim da ligação à Kemea. A Yamaha sai do MX2 com efeito imediato e passa o programa de MXGP de 2027 para o controlo direto da Yamaha Motor Europe, que o vai gerir a partir de Itália. A decisão acaba com a longa parceria com a equipa Kemea, a mesma que deu a Maxime Renaux o título mundial de 2021. O essencialA Yamaha acaba com efeito imediato o programa oficial de MX2 e põe fim à parceria com a equipa Kemea. A partir de 2027, a Yamaha Motor Europe gere diretamente a equipa de MXGP, a partir do centro de I&D de Gerno di Lesmo, em Itália. A reestruturação chega também aos programas do Europeu de Motocross, no EMX250 e no EMX125. A Yamaha acaba de pôr fim à parceria que fez de Maxime Renaux campeão do mundo. Para 2027, a marca reformula a operação no Mundial de Motocross, fecha já o programa oficial de MX2 e entrega o MXGP ao controlo direto da Yamaha Motor Europe, segundo o Motorcycle. com. Termina assim a longa ligação do construtor japonês à equipa Kemea. Porque a Yamaha sai do MX2 A equipa Monster Energy Yamaha Factory MX2 de 2026, a dos irmãos Reišulis, na sessão fotográfica oficial da Yamaha. “A Yamaha tem uma história de que se orgulha nos Grandes Prémios de Motocross”, disse Andrea Dosoli, responsável pela Divisão de Motorsport da Yamaha Motor Europe. “Na procura da nossa ambição de voltar ao lugar mais alto do pódio na classe principal, estamos a reorientar os nossos recursos... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/harley-davidson-shadow-rider-thunderbike/ A Harley-Davidson Shadow Rider é uma Breakout transformada pela Thunderbike para um cliente italiano, com escrita élfica e cerca de 11 600 euros em peças. A Harley-Davidson Shadow Rider é uma Breakout transformada pela oficina alemã Thunderbike para um cliente italiano, com uma pequena vinheta em escrita élfica de O Senhor dos Anéis. As peças usadas custaram cerca de 11 600 euros, e o motor Milwaukee-Eight ficou como saiu da fábrica. O essencialA Shadow Rider é uma Harley-Davidson Breakout transformada pela oficina alemã Thunderbike para um cliente italiano. A referência a O Senhor dos Anéis é uma pequena vinheta com letras em élfico. As peças usadas custaram cerca de 11 600 euros, e o motor Milwaukee-Eight não foi alterado. Há Harley-Davidson inspiradas em quase tudo, e agora há uma que leva a marca dos elfos de Tolkien. Chama-se Shadow Rider e é uma Breakout transformada pela oficina alemã Thunderbike para um cliente italiano cujo nome não foi revelado, segundo o autoevolution. Um pormenor da Terra Média A ligação à trilogia não salta à vista. Segundo a Motociclismo apurou, a referência a O Senhor dos Anéis resume-se a uma pequena vinheta com letras em élfico. Para o autoevolution, isso chega para dar à moto uma certa aura de mistério. Jantes feitas em casa A Shadow Rider da Thunderbike, com o disco de travão ondulado de 340 mm à frente, segundo a legenda da oficina. De resto, a receita é a de sempre quando se transforma uma Breakout noutra coisa, e começa pelas jantes. As originais foram as primeiras a sair. No lugar delas estão as Vegas Cut, feitas pela própria Thunderbike, com 10 raios agrupados aos... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/trackhouse-motogp-investimento-1936/ A 1936 fez um investimento minoritário significativo na Trackhouse MotoGP e junta-se a Justin Marks e ao Avenue Sports Fund como acionista da equipa. A Superfile Trackhouse MotoGP recebeu um «investimento minoritário significativo» da 1936, uma plataforma global de investimento em desporto e entretenimento. A equipa americana, que esta época já venceu grandes prémios com Ai Ogura e Raúl Fernández, passa a ter um novo acionista ao lado de Justin Marks e do Avenue Sports Fund. O essencialA 1936, plataforma global de investimento em desporto e entretenimento, fez um investimento minoritário significativo na Superfile Trackhouse MotoGP. A 1936 passa a ser acionista ao lado de Justin Marks, fundador e CEO da Trackhouse, e do Avenue Sports Fund, e os termos financeiros não foram divulgados. Esta época, a Trackhouse já ganhou grandes prémios com Ai Ogura e Raúl Fernández. Em 2024, a Trackhouse entrou no MotoGP pela porta da RNF, cujos lugares na grelha ficaram para a equipa americana. Agora abriu outra porta, a do capital. A 1936, uma plataforma global de investimento em desporto e entretenimento, fez um «investimento minoritário significativo» na Superfile Trackhouse MotoGP, de acordo com a Crash. net. Os acionistas da Trackhouse MotoGP A apresentação da equipa SuperFile Trackhouse no GP de Espanha, em Jerez, em abril de 2026. A fonte não identifica as pessoas nem as motos na imagem Conforme a Motociclismo confirmou, a 1936 junta-se a Justin Marks, fundador e CEO da Trackhouse, e ao Avenue Sports Fund como acionista da equipa americana. Os termos financeiros do negócio não foram divulgados. Justin Marks recebeu o novo sócio com entusiasmo. “É um momento emocionante para a Superfile Trackhouse MotoGP Team... - Published: 2026-10-15 - Modified: 2026-10-15 - URL: https://motociclismo.pt/kriega-hydro-race-mochila-hidratacao/ A Kriega Hydro Race é a mochila mais leve da marca, com HydraPak de 3 litros, arnês sem fivelas e 5 acessórios pensados para o enduro de competição. A Kriega Hydro Race é a mochila mais leve que a marca alguma vez fabricou, com um HydraPak de 3 litros de série e uma gama de 5 acessórios. Já tem provas dadas no hard enduro, com pódios na Red Bull Romaniacs e no campeonato FIM. O essencialA Kriega Hydro Race é a mochila mais leve que a marca alguma vez fabricou. Traz de série um HydraPak de 3 litros com especificações militares e um arnês sem fivelas. A gama tem 5 acessórios, 4 deles feitos só para esta mochila, incluindo um kit para beber sem usar as mãos. Na Kriega, a mochila de hidratação emagreceu sem baixar a fasquia. A nova Hydro Race é a mais leve que a marca alguma vez fabricou e mantém materiais e componentes de qualidade comprovada, segundo o site espanhol SoyMotero. Segundo a Motociclismo apurou, a marca apresentou-a nos últimos dias como uma mochila de competição leve, feita para garantir hidratação durante todo o dia aos pilotos de todo-o-terreno mais exigentes. Chega acompanhada de uma gama de 5 acessórios, 4 deles desenhados para funcionar só com esta mochila. Já subiu ao pódio A mochila tem provas dadas em competição. Pol Tarrés usou-a numa corrida da Red Bull Romaniacs, onde terminou entre os 3 primeiros. Os irmãos Mitch e Ashton Brightmore, pilotos de elite, também a levaram às costas até ao pódio no campeonato FIM de Hard Enduro. Um arnês sem fivelas A Kriega Hydro Race e as características do arnês sem fivelas, numa imagem... - Published: 2026-10-14 - Modified: 2026-10-14 - URL: https://motociclismo.pt/yamaha-xsr900-gp-2027-legend-blue-christian-sarron/ A Yamaha XSR900 GP de 2027 ganha a cor Legend Blue, inspirada na TZ250 de Christian Sarron. O comunicado neerlandês aponta para junho de 2027. A Yamaha XSR900 GP de 2027 ganha a cor Legend Blue, inspirada na Sonauto Yamaha TZ250 campeã do francês Christian Sarron. Segundo o comunicado neerlandês da marca, a nova pintura fica à venda a partir de junho de 2027, ao lado da Legend Yellow que a moto já tem. O essencialA Yamaha XSR900 GP de 2027 ganha a nova cor Legend Blue, uma homenagem ao piloto francês Christian Sarron. A pintura lembra a Sonauto Yamaha TZ250 campeã de Sarron, com speed blocks em azul-claro, riscas e porta-números amarelos. Segundo o comunicado neerlandês da Yamaha, a XSR900 GP Legend Blue fica à venda a partir de junho de 2027, ao lado da Legend Yellow. Os anos 80 continuam a dar cartas na gama da Yamaha. Para 2027, a XSR900 GP homenageia Christian Sarron, antigo piloto francês de Grande Prémio e um dos nomes mais conhecidos da marca nessa década, com uma cor totalmente nova, a Legend Blue. Conforme a Motociclismo confirmou no comunicado da Yamaha publicado pelo Nieuwsmotor, a nova pintura lembra a Sonauto Yamaha TZ250 campeã de Sarron. A marca diz que foi o desenho ousado dessa decoração que a transformou numa lenda, e que foi ela a influenciar o estilo moderno da XSR900 GP. Azul, amarelo e porta-números A Yamaha XSR900 GP de 2027 Legend Blue, numa das fotografias do comunicado oficial da Yamaha (ângulo não confirmado) A base é o azul que ficou associado à moto de Sarron. Sobre ele, a Yamaha aplica speed blocks em azul-claro nas... - Published: 2026-10-14 - Modified: 2026-10-14 - URL: https://motociclismo.pt/ducati-diavel-v4-rs-multistrada-v4-rs/ Ducati Diavel V4 RS fez 0 a 100 km/h em 2,52 segundos com Márquez e é a Ducati de série que mais acelera. A Multistrada V4 RS tira 2 kg à Pikes Peak. A Ducati Diavel V4 RS foi dos 0 aos 100 km/h em 2,52 segundos com Marc Márquez aos comandos, e é a Ducati de produção que mais depressa acelera. Com a Multistrada V4 RS, forma a gama RS da marca de Bolonha, apresentada há um ano no Grande Prémio de São Marino e vendida só em séries numeradas. O essencialA Diavel V4 RS foi dos 0 aos 100 km/h em 2,52 segundos com Marc Márquez, e é a Ducati de produção que mais depressa acelera. As duas RS usam o motor Desmosedici Stradale de 1. 103 cc, com 182 cv na Diavel e 180 cv na Multistrada. A Multistrada V4 RS é 2 kg mais leve do que a Pikes Peak e tem o sistema Ducati Vehicle Observer (DVO). Há um ano, em Misano, a Ducati pôs os pilotos de MotoGP a apresentar motos de estrada. Marc Márquez e Pecco Bagnaia, da Ducati Lenovo Team, revelaram no Grande Prémio de São Marino a Diavel V4 RS e a Multistrada V4 RS, conta a Bike Review, que publicou a informação da Ducati para a Austrália e a Nova Zelândia. As duas são produzidas em séries numeradas, e a marca diz que foram pensadas para quem vê a Ducati como uma paixão, mais do que como uma marca. Ambas têm pinturas RS próprias, componentes em titânio e em fibra de carbono e acabamentos que as põem acima das versões normais. O mesmo V4 nas duas Ducati Diavel V4 RS, fotografia da secção... - Published: 2026-10-14 - Modified: 2026-10-14 - URL: https://motociclismo.pt/worldsbk-jerez-bulega-oliveira/ O WorldSBK Jerez fecha 2026 com a despedida de Bulega, a caminho do MotoGP, e da Pirelli. Miguel Oliveira chega à Andaluzia a 1 ponto do top 10. O WorldSBK Jerez fecha este fim de semana a época de 2026 com a despedida do campeão Nicolo Bulega, que segue para o MotoGP, e da Pirelli, fornecedora única de pneus desde 2004. Por cá, as atenções vão para Miguel Oliveira, que chega à Andaluzia a 1 ponto do top 10 depois de reencontrar a forma no Estoril. O essencialA Pirelli, fornecedora exclusiva de pneus do WorldSBK desde 2004, deixa o campeonato depois da ronda de Jerez. O campeão Nicolo Bulega pode chegar aos 36 pódios na época e despede-se do WorldSBK para seguir para o MotoGP. Miguel Oliveira chega a Jerez a 1 ponto de Alvaro Bautista na luta por um lugar no top 10. Há 23 temporadas que o Mundial de Superbike corre com pneus de uma só marca, e em Jerez essa história chega ao fim. O Circuito de Jerez-Ángel Nieto, na Andaluzia, recebe este fim de semana a Pirelli Spanish Round, 12. ª e última ronda de 2026, com as despedidas da Pirelli e do campeão Nicolo Bulega. Bulega ainda quer mais Conforme a Motociclismo confirmou na antevisão oficial do WorldSBK, Nicolo Bulega (Aruba. it Racing Ducati) despede-se do campeonato depois de Jerez para se mudar para o MotoGP. Já é campeão e já bateu vários recordes, mas ainda pode juntar mais alguns. Se fizer a 11. ª pole position do ano, iguala o melhor registo numa só temporada, que pertence a Ben Spies. Pode também chegar aos 36 pódios, quando a referência numa época são... - Published: 2026-10-14 - Modified: 2026-10-19 - URL: https://motociclismo.pt/morbidelli-v8-pininfarina/ A Morbidelli V8, feita com a Pininfarina, tinha um motor de 8 cilindros com 847 cc e 120 cv. Só se fizeram 4 unidades e 2 estão hoje em museus. Pensada para os anos 90, a Morbidelli V8 juntou um motor de 8 cilindros com 847 cc e 120 cv a uma carroçaria desenhada pela Pininfarina. Só se fizeram 4 unidades, e 2 estão hoje em museus. O essencialA Morbidelli V8 tinha um motor V8 de 847 cc que, na versão mais tardia, dava 120 cv às 11. 000 rpm. A carroçaria foi desenhada pela Pininfarina e depois refinada pela Bimota. Só se fizeram 4 unidades, e 2 estão em museus nos Estados Unidos e em Itália. Peça-se a um entusiasta um veículo com motor V8 e desenho da Pininfarina e as respostas saem depressa, o Ferrari 308 GTB, o Maserati GranTurismo, talvez o Ferrari F355 Berlinetta. Quase ninguém se lembra de uma moto. Chamou-se Morbidelli V8 e hoje é praticamente desconhecida. Segundo o HotCars, as motos italianas sempre se distinguiram por duas coisas, o desempenho e o carácter. Durante décadas, a Ducati, a MV Agusta e a Moto Guzzi juntaram engenharia inspirada na competição a um estilo próprio, ao contrário da produção em massa das japonesas. O gosto pela experiência chegou também a marcas mais pequenas, como a Bimota, a CR&S e a Laverda, nem sempre com sucesso comercial. No fim dos anos 80 e no início dos anos 90, a luta entre superdesportivas estava cada vez mais apertada. Ainda assim, havia espaço para algo verdadeiramente fora do comum. Uma moto com alma de GT A Pininfarina dispensa apresentações a quem gosta de automóveis. Do estúdio italiano saíram o... - Published: 2026-10-14 - Modified: 2026-10-18 - URL: https://motociclismo.pt/kawasaki-versys-900-2027/ A Kawasaki Versys 900 de 2027 tem um tetracilíndrico de 948 cc e 122 cv, quadro novo e cruise control adaptativo. Chega ao Reino Unido em abril. A Kawasaki Versys 900 de 2027 tem um tetracilíndrico de 948 cc com 122 cv e é a primeira Versys com assistências ao condutor, do cruise control adaptativo à deteção do ângulo morto. Chega ao Reino Unido em abril, por cerca de 12 900 euros, e ainda não se sabe se vem para Portugal. O essencialA Kawasaki Versys 900 tem um tetracilíndrico em linha de 948 cc com 122 cv às 9. 500 rpm e 97,3 Nm às 8. 000 rpm. É a primeira Versys com o pacote ARAS, que inclui cruise control adaptativo, aviso de colisão frontal e deteção do ângulo morto. No Reino Unido chega em abril, por cerca de 12 900 euros, e a versão SE por cerca de 14 000 euros. Durante anos, uma Versys foi sinónimo de versatilidade. Agora a Kawasaki quer juntar-lhe adrenalina, e a nova Versys 900, apresentada a 13 de outubro, é, segundo a Kawasaki, a Versys mais desportiva alguma vez criada. O motor da Kawasaki Versys 900 Kawasaki Versys 900 SE de 2027, pormenor do tetracilíndrico em linha de 948 cc, da galeria oficial da Kawasaki. O motor é um tetracilíndrico em linha de 948 cc, inspirado nas naked desportivas da família Z. Dá 122 cv (89,6 kW) às 9. 500 rpm e 97,3 Nm de binário às 8. 000 rpm. A Kawasaki promete uma resposta forte e fácil de controlar nos regimes baixos e médios, e um motor que sobe de rotação sem esforço até ao fim do conta-rotações. Na... - Published: 2026-10-14 - Modified: 2026-10-14 - URL: https://motociclismo.pt/ducati-750-sport-z-stripe/ A Ducati 750 Sport Z Stripe nasceu da 750 GT com pistões de alta compressão e uma taxa de 9,3:1. Saiba o que as duas partilhavam e o que as separava. A Ducati 750 Sport Z Stripe nasceu da 750 GT e recebeu pistões de alta compressão, com uma taxa de 9,3:1, contra os 8,5:1 da GT. O site neerlandês Motor. nl inclui-a na série que dedica às motos épicas e chama-lhe uma escultura. O essencialA Ducati 750 Sport nasceu como versão desportiva da Ducati 750 GT. Os pistões de alta compressão deram à Z Stripe uma taxa de 9,3:1, contra os 8,5:1 da GT. A GT e a Sport usavam o mesmo quadro, mais largo, até à chegada da Yellow Sport e da 750 Super Sport. Há motos que se olham como quem olha para uma escultura. É assim que o site neerlandês Motor. nl trata a Ducati 750 Sport Z Stripe, na série que dedica às motos épicas. Para o autor, Menno Jansen, a explicação começa na própria marca. A Ducati é a Ducati, e é italiana, o que para ele quer dizer que traz a herança das corridas nos genes. Da GT à Ducati 750 Sport Da Ducati 750 GT nasceu depressa uma versão desportiva, a 750 Sport. Para lá chegar, a marca mexeu no motor da moto que já existia. A 750 Sport recebeu pistões de alta compressão e, segundo a Motociclismo apurou, foi com eles que a Z Stripe chegou a uma taxa de compressão de 9,3:1, contra os 8,5:1 da GT. Mais irmãs do que parecem Ainda assim, por baixo, a GT e a Sport continuavam muito próximas. As duas usavam o quadro ligeiramente mais...